"Charlie Hebdo" é criticada após suspender jornalista ameaçada de morte
A revista satírica Charlie Hebdo foi bastante criticada e acusada de hipocrisia depois de suspender a jornalista Zineb El Rhazoui,
Atualizado em 16/05/2015 às 13:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A revista satírica Charlie Hebdo foi bastante criticada e acusada de hipocrisia depois de suspender a jornalista , após ela receber ameaças de morte por seus artigos atacando o extremismo islâmico.
Crédito:Reprodução Revista foi criticada por suspender jornalista ameaçada de morte
Segundo Daily Mail, Zineb foi chamada para uma audiência preliminar de demissão para lembrá-la de suas "obrigações" com o semanário francês pós "numerosos incidentes".
A colunista franco-marroquino acusa seus empregadores de tentar "puni-la" por ter falado sobre a nova direção da revista, quatro meses após o ataque jihadista que deixou 12 mortos. Zineb foi uma das quinze pessoas a liderar uma campanha de direitos humanos, cuja carta aberta, encaminhada aos escritores, editores e cartunistas da Charlie Hebdo, criticava os proprietários e a administração da revista no final de março. O movimento teme que a revista de esquerda e anti-religiosa possa sucumbir ao "veneno dos milhões de euros" que chegaram às mãos do veículo após o ataque terrorista de janeiro deste ano.
"Estou chocada e consternada por uma gestão que recebeu tanto apoio após os ataques janeiro possa mostrar tão pouco suporte para um de seus empregados, que está sob pressão, como todos na equipe, e que tem enfrentado ameaças", disse.
Zineb conta que seu marido, o escritor marroquino Jaouad Benaïssi, perdeu o emprego e teve que sair de Marrocos porque os jihadistas revelaram seu local de trabalho. "Eu estou sob ameaça e ter que viver com amigos ou em um hotel e a gerência está pensando em me tirar de lá. Bravo Charlie", ironizou a jornalista.
Além disso, meses atrás ela e o marido receberam ameaças de morte pelo Twitter de supostos membros do Estado Islâmico (EI). Imagens editadas do casal vestido como prisioneiros do EI prestes a ser executado surgiram nas mídias sociais, juntamente com um mapa que mostra os lugares frequentemente visitados pela jornalista.
A ação da revista com relação à jornalista causou indignação nas redes sociais. Muitos internautas têm taxado a decisão de suspender Zineb de "absurda " e "desconcertante".
Crédito:Reprodução Revista foi criticada por suspender jornalista ameaçada de morte
Segundo Daily Mail, Zineb foi chamada para uma audiência preliminar de demissão para lembrá-la de suas "obrigações" com o semanário francês pós "numerosos incidentes".
A colunista franco-marroquino acusa seus empregadores de tentar "puni-la" por ter falado sobre a nova direção da revista, quatro meses após o ataque jihadista que deixou 12 mortos. Zineb foi uma das quinze pessoas a liderar uma campanha de direitos humanos, cuja carta aberta, encaminhada aos escritores, editores e cartunistas da Charlie Hebdo, criticava os proprietários e a administração da revista no final de março. O movimento teme que a revista de esquerda e anti-religiosa possa sucumbir ao "veneno dos milhões de euros" que chegaram às mãos do veículo após o ataque terrorista de janeiro deste ano.
"Estou chocada e consternada por uma gestão que recebeu tanto apoio após os ataques janeiro possa mostrar tão pouco suporte para um de seus empregados, que está sob pressão, como todos na equipe, e que tem enfrentado ameaças", disse.
Zineb conta que seu marido, o escritor marroquino Jaouad Benaïssi, perdeu o emprego e teve que sair de Marrocos porque os jihadistas revelaram seu local de trabalho. "Eu estou sob ameaça e ter que viver com amigos ou em um hotel e a gerência está pensando em me tirar de lá. Bravo Charlie", ironizou a jornalista.
Além disso, meses atrás ela e o marido receberam ameaças de morte pelo Twitter de supostos membros do Estado Islâmico (EI). Imagens editadas do casal vestido como prisioneiros do EI prestes a ser executado surgiram nas mídias sociais, juntamente com um mapa que mostra os lugares frequentemente visitados pela jornalista.
A ação da revista com relação à jornalista causou indignação nas redes sociais. Muitos internautas têm taxado a decisão de suspender Zineb de "absurda " e "desconcertante".





