Charge do “Charlie Hebdo” sobre terremoto na Itália causa revolta
Nesta sexta-feira (2/9), o jornal satírico francês Charlie Hebdo publicou uma charge sobre o terremoto que atingiu a Itália no dia24 de agosto e deixou mais de duzentos mortos.
Atualizado em 02/09/2016 às 16:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
satírico francês Charlie Hebdo publicou uma charge sobre o terremoto que atingiu a Itália no dia 24 de agosto e deixou mais de duzentos mortos.
Crédito:reprodução Segundo a ANSA, a imagem, intitulada "Terremoto à italiana”, mostra um desenho de um homem ensanguentado, chamando-o de "penne ao molho de tomate", uma mulher machucada, definindo-a como "penne gratinado", e uma pilha de corpos ensanguentados, à qual chamou de "lasanha".
A capa da edição faz uma sátira ao "burkini", o traje de banho que cobre o corpo todo, e cita mais uma vez o sismo italiano. "Cerca de 300 mortos em um terremoto na Itália. Ainda não se sabe se o tremor gritou 'Allah Akbar' antes de começar", escreveu ao citar a tradicional frase dita por terroristas antes e realizarem ataques. O prefeito de Amatrice, região mais afetada pelo terremoto, Sergio Pirozzi, repudiou a imagem e pediu que os mortos sejam respeitados.
Segundo a Reuters, a equipe do Charlie Hebdo respondeu à controvérsia publicando outra charge, onde uma mulher ferida diz, em meio a destroços: “Não foi o Charlie Hebdo que construiu suas casas, foi a máfia!”.
Internautas italianos repudiaram a charge, classificando-a de “terrível”, “de mau gosto” e “desrespeitosa”. Muitos reproduziram a frase “Não sou mais Charlie Hebdo.
Crédito:reprodução Segundo a ANSA, a imagem, intitulada "Terremoto à italiana”, mostra um desenho de um homem ensanguentado, chamando-o de "penne ao molho de tomate", uma mulher machucada, definindo-a como "penne gratinado", e uma pilha de corpos ensanguentados, à qual chamou de "lasanha".
A capa da edição faz uma sátira ao "burkini", o traje de banho que cobre o corpo todo, e cita mais uma vez o sismo italiano. "Cerca de 300 mortos em um terremoto na Itália. Ainda não se sabe se o tremor gritou 'Allah Akbar' antes de começar", escreveu ao citar a tradicional frase dita por terroristas antes e realizarem ataques. O prefeito de Amatrice, região mais afetada pelo terremoto, Sergio Pirozzi, repudiou a imagem e pediu que os mortos sejam respeitados.
Segundo a Reuters, a equipe do Charlie Hebdo respondeu à controvérsia publicando outra charge, onde uma mulher ferida diz, em meio a destroços: “Não foi o Charlie Hebdo que construiu suas casas, foi a máfia!”.
Internautas italianos repudiaram a charge, classificando-a de “terrível”, “de mau gosto” e “desrespeitosa”. Muitos reproduziram a frase “Não sou mais Charlie Hebdo.





