Chanceler equatoriano rechaça críticas dos EUA por possível dissolução da Fundamedios
O chanceler equatoriano Ricardo Patiño rechaçou as críticas dos Estados Unidos sobre a possível dissolução da Fundação Andina para a Observação Social e Estudo de Meios ( ), acusada pelo governo do Equador de violar os estatutos sobre a não-partidarismo.
Atualizado em 25/09/2015 às 14:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
rechaçou as críticas dos Estados Unidos sobre a possível dissolução da Fundação Andina para a Observação Social e Estudo de Meios ( ), acusada pelo governo do Equador de violar os estatutos sobre a não-partidarismo.
Crédito:Wikimedia commons Chanceler disse que EUA não devem opinar sobre medidas do governo equatoriano
De acordo com La Prensa , Patiño teria dito que "não cabe ao governo norte-americano dizer se devemos seguir mantendo um organismo como a Fundamedios".
No dia 10 de setembro, Washington expressou sua preocupação com a decisão do Equador em dissolver a Fundamedios, uma entidade civil apoia a libertade de imprensa. Em comunicado, o porta-voz do Departamento de Estado de Estados Unidos, John Kirby, expressou temor pelas "crescentes restrições à libertade de expressão no Equador".
Os EUA se unem à Freedom House, Human Rights Watch e ao Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) que opuseram ao processo administrativo de encerramento da entidade.
Patiño respondeu às críticas do governo norte-americano dizendo que "nós [o governo de Equador] defendemos amplamente a liberdade de expressão no país".
Entenda o caso
No último dia 8 de setembro, a Secretaria Nacional de Comunicação (Secom), porta-voz do governo equatoriano, notificou a Fundamedios sobre o início do processo de dissolução da entidade por ter descumprido dois artigos de seu próprio estatuto, que a proíbe de fazer política partidista.
A Secom deu um prazo de dez dias para que a Fundamedios faça sua defensa. A entidade que foi criada em 2007 para apoiar os veículos de imprensa e jornalistas através de sua rede de monitoramento, luta para barrar seu encerramento.
Crédito:Wikimedia commons Chanceler disse que EUA não devem opinar sobre medidas do governo equatoriano
De acordo com La Prensa , Patiño teria dito que "não cabe ao governo norte-americano dizer se devemos seguir mantendo um organismo como a Fundamedios".
No dia 10 de setembro, Washington expressou sua preocupação com a decisão do Equador em dissolver a Fundamedios, uma entidade civil apoia a libertade de imprensa. Em comunicado, o porta-voz do Departamento de Estado de Estados Unidos, John Kirby, expressou temor pelas "crescentes restrições à libertade de expressão no Equador".
Os EUA se unem à Freedom House, Human Rights Watch e ao Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) que opuseram ao processo administrativo de encerramento da entidade.
Patiño respondeu às críticas do governo norte-americano dizendo que "nós [o governo de Equador] defendemos amplamente a liberdade de expressão no país".
Entenda o caso
No último dia 8 de setembro, a Secretaria Nacional de Comunicação (Secom), porta-voz do governo equatoriano, notificou a Fundamedios sobre o início do processo de dissolução da entidade por ter descumprido dois artigos de seu próprio estatuto, que a proíbe de fazer política partidista.
A Secom deu um prazo de dez dias para que a Fundamedios faça sua defensa. A entidade que foi criada em 2007 para apoiar os veículos de imprensa e jornalistas através de sua rede de monitoramento, luta para barrar seu encerramento.





