CGU emite nota desmentindo coluna "Radar" da "Veja"; jornalista mantém informação
Na última segunda-feira (05/01), a Controladoria-Geral da União (CGU) emitiu nota em resposta ao texto "Pela idoneidade&
Atualizado em 06/01/2015 às 12:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última segunda-feira (05/01), a Controladoria-Geral da União (CGU) emitiu em resposta ao texto , publicado na coluna Radar, da Veja . A publicação diz que o ministro Valdir Simão, novo chefe da CGU, trata desde dezembro das empresas envolvidas na Operação Lava-Jato e tenta soluções para que algumas não passem à condição de "inidôneas" e "parem o Brasil".
Crédito:Agência Brasil CGU desmente colunista e nega que ministro atue para livrar empresas envolvidas na Operação Lava-Jato
Na nota, a CGU afirma que Simão não atuou em assuntos correlatos à investigação antes de sua chegada ao órgão e revelou que existem oito processos administrativos instaurados em 3 de dezembro de 2014, que podem levar à aplicação das sanções previstas em normas, como a declaração de inidoneidade ou a suspensão das empresas para fazer novos contratos.
"Tais processos seguem seu curso normal nas comissões designadas, imparciais e independentes, compostas por servidores de carreira da Controladoria", diz o texto.
O órgão explica ainda como funciona o acordo de leniência, introduzido pela Lei da Empresa Limpa (12.846) em 2014. Ele só pode ser realizado individualmente e com base em premissas como a colaboração com as investigações e proposta de ressarcimento dos prejuízos causados.
"Ademais, a iniciativa de proposta de acordo tem que partir de cada empresa, observado o direito de sigilo desse procedimento. Assim, inexiste qualquer possibilidade de acordo coletivo com vistas a evitar que eventuais aplicações de inidoneidade "parem o país".", finaliza a nota.
Após acrescentar a resposta da CGU no site, Lauro Jardim, autor da coluna "Radar", diz que mantém a informação publicada, sem fazer errata.
Crédito:Agência Brasil CGU desmente colunista e nega que ministro atue para livrar empresas envolvidas na Operação Lava-Jato
Na nota, a CGU afirma que Simão não atuou em assuntos correlatos à investigação antes de sua chegada ao órgão e revelou que existem oito processos administrativos instaurados em 3 de dezembro de 2014, que podem levar à aplicação das sanções previstas em normas, como a declaração de inidoneidade ou a suspensão das empresas para fazer novos contratos.
"Tais processos seguem seu curso normal nas comissões designadas, imparciais e independentes, compostas por servidores de carreira da Controladoria", diz o texto.
O órgão explica ainda como funciona o acordo de leniência, introduzido pela Lei da Empresa Limpa (12.846) em 2014. Ele só pode ser realizado individualmente e com base em premissas como a colaboração com as investigações e proposta de ressarcimento dos prejuízos causados.
"Ademais, a iniciativa de proposta de acordo tem que partir de cada empresa, observado o direito de sigilo desse procedimento. Assim, inexiste qualquer possibilidade de acordo coletivo com vistas a evitar que eventuais aplicações de inidoneidade "parem o país".", finaliza a nota.
Após acrescentar a resposta da CGU no site, Lauro Jardim, autor da coluna "Radar", diz que mantém a informação publicada, sem fazer errata.





