A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou à Fifa um vídeo que servirá como defesa do assessor de imprensa Rodrigo Paiva, suspenso após ser acusado de dar um soco no atacante chileno Maurício Pinilla, no vestiário do Mineirão, em Belo Horizonte, no último sábado (28/6).
Entre os materiais apresentados à entidade, está um vídeo capturado pelas câmeras internas do estádio, que pode revelar o que de fato aconteceu na confusão. Envolvido na polêmica, Paiva foi punido preventivamente e não poderá comparecer na entrevista coletiva da seleção no próximo jogo, na sexta-feira (4/7).
Crédito:Divulgação Rodrigo Paiva não poderá trabalhar no estádio no próximo jogo do Brasil na Copa Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja.com , as novas imagens mostram que o jogador dá uma cotovelada no assessor, que revida com um soco. O murro, entretanto, não tocou o rosto do chileno. Questionado sobre o fato, Paiva afirmou que houve um “empurra-empurra” entre as comissões, e que apenas empurrou Pinilla para se defender.
“Não foi algo só comigo. Só que o Pinilla veio para cima de mim e eu apenas me defendi. Reagi empurrando ele. Eles queriam fazer catimba. Em 2002, contra a Turquia, foi a mesma coisa", disse, em entrevista ao portal Terra.
Entre os materiais apresentados à entidade, está um vídeo capturado pelas câmeras internas do estádio, que pode revelar o que de fato aconteceu na confusão. Envolvido na polêmica, Paiva foi punido preventivamente e não poderá comparecer na entrevista coletiva da seleção no próximo jogo, na sexta-feira (4/7).
Crédito:Divulgação Rodrigo Paiva não poderá trabalhar no estádio no próximo jogo do Brasil na Copa Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja.com , as novas imagens mostram que o jogador dá uma cotovelada no assessor, que revida com um soco. O murro, entretanto, não tocou o rosto do chileno. Questionado sobre o fato, Paiva afirmou que houve um “empurra-empurra” entre as comissões, e que apenas empurrou Pinilla para se defender.
“Não foi algo só comigo. Só que o Pinilla veio para cima de mim e eu apenas me defendi. Reagi empurrando ele. Eles queriam fazer catimba. Em 2002, contra a Turquia, foi a mesma coisa", disse, em entrevista ao portal Terra.

