Castelo de Chantilly: a vilã, as três vítimas e uma heroína
Castelo de Chantilly: a vilã, as três vítimas e uma heroína
Atualizado em 21/02/2005 às 11:02, por
Thaís Naldoni e Rodrigo Manzano.
O "casamento do ano", de Ronaldo, o "Fenômeno", com a modelo Daniella Cicarelli deu o que falar na imprensa mundial. Jornalistas do mundo inteiro, mesmo barrados nos portões do Château Chantilly, a 45 minutos de Paris, foram mobilizados para a cobertura.
Resultado? Uma vilã, três vítimas e uma heroína, como se preza em toda história de contos de fada. A vilã, é claro, foi Daniela Cicarelli, eleita pelos jornais como a noiva mais, digamos, exigente da história dos romances de famosos e apelidada por José Simão, colunista da Folha, de Nazarelli, em referência à mega-vilã Nazaré, da novela Senhora do Destino.
A primeira vítima foi a modelo Caroline Bittencourt, namorada do empresário Álvaro Garneiro. Ela foi expulsa do enlace pela noiva. Perdeu a festa, mas teve seus cachês aumentados em 900%, com a repercussão do acontecimento.
A equipe do programa Pânico, da Rede TV!, foi a segunda vítima. O Repórter Vesgo e seu companheiro Ceará também não tiveram vida fácil. A dupla viajou à França por meio de um acordo com uma escola de idiomas. Hospedaram-se em um albergue e quase foram presos na tentativa de entrevistar, de maneira nada convencional, os convidados para a festa. Sob um frio de quase 0º e sem dinheiro para o táxi, voltaram para Paris por meio de caronas e trem.
O "Jornal Nacional", da TV Globo, acabou como a terceira vítima, tudo por causa de uma letra. A modelo expulsa, Caroline Bittencourt, possui uma quase homônima no Brasil, a também modelo Carolina Bittencourt. Por tal semelhança, o Jornal Nacional pôs no ar imagens de Carolina, como sendo de Caroline, pivô da confusão.
A grande heroína foi Joyce Pascowitch. Com a cobertura mais completa do Brasil, conquistou para seu site o Glamurama, a marca histórica de mais mais de 730 mil visitas, realizadas de quase 175 mil computadores. Apesar de tudo, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Por enquanto.
Resultado? Uma vilã, três vítimas e uma heroína, como se preza em toda história de contos de fada. A vilã, é claro, foi Daniela Cicarelli, eleita pelos jornais como a noiva mais, digamos, exigente da história dos romances de famosos e apelidada por José Simão, colunista da Folha, de Nazarelli, em referência à mega-vilã Nazaré, da novela Senhora do Destino.
A primeira vítima foi a modelo Caroline Bittencourt, namorada do empresário Álvaro Garneiro. Ela foi expulsa do enlace pela noiva. Perdeu a festa, mas teve seus cachês aumentados em 900%, com a repercussão do acontecimento.
A equipe do programa Pânico, da Rede TV!, foi a segunda vítima. O Repórter Vesgo e seu companheiro Ceará também não tiveram vida fácil. A dupla viajou à França por meio de um acordo com uma escola de idiomas. Hospedaram-se em um albergue e quase foram presos na tentativa de entrevistar, de maneira nada convencional, os convidados para a festa. Sob um frio de quase 0º e sem dinheiro para o táxi, voltaram para Paris por meio de caronas e trem.
O "Jornal Nacional", da TV Globo, acabou como a terceira vítima, tudo por causa de uma letra. A modelo expulsa, Caroline Bittencourt, possui uma quase homônima no Brasil, a também modelo Carolina Bittencourt. Por tal semelhança, o Jornal Nacional pôs no ar imagens de Carolina, como sendo de Caroline, pivô da confusão.
A grande heroína foi Joyce Pascowitch. Com a cobertura mais completa do Brasil, conquistou para seu site o Glamurama, a marca histórica de mais mais de 730 mil visitas, realizadas de quase 175 mil computadores. Apesar de tudo, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Por enquanto.






