Casal fascista condenado por assassinato de jornalista
Casal fascista condenado por assassinato de jornalista
Atualizado em 30/04/2011 às 13:04, por
Redação do Portal Imprensa.
Dois anos depois de serem acusados da morte de um advogado e de uma jornalista, o casal de russos seguidores de idoelogoa fascista, Nikita Tikhonov e sua amasiada Yevgenia Khasis, foram considerados culpados pelo crime. A Informação é do site da agência de notícias, Reuters.
Tikhonov teria sido autor dos disparos que vitimaram, em plena luz do dia e no centro de Moscou, capital russa, a jornalista Anastasia Baburova e o advogado Stanislaw Markelov, em 2009. Os dois eram ligados a grupos de direitos humanos e, portanto, opositores diretos da ultranacionalistas.
Os advogados de defesa argumentam que o casal seria vítima de lavagem cerebral por parte do governo russo.
Para a comunidade defensora de direitos humanos na rússia, a decisão é motivo de comemoração. Fora uma "rara ocasião" em que esse tipo de julgamento é efetivamente levado à cabo e termina favorável aos opositores da ideologia fascista, comemora Oleg P Orlov, líder do grupo Memorial de direitos humanos no país da antiga cortina de ferro.
Desde 2006, outros quatro assasinatos de pessoas ligadas à defesa de direitos humanos ocorreram no país, sem que alguém fosse indiciado pelos crimes.
A sentença completa é aguardad para ser divulgada ainda em maio deste ano.
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Tikhonov teria sido autor dos disparos que vitimaram, em plena luz do dia e no centro de Moscou, capital russa, a jornalista Anastasia Baburova e o advogado Stanislaw Markelov, em 2009. Os dois eram ligados a grupos de direitos humanos e, portanto, opositores diretos da ultranacionalistas.
Os advogados de defesa argumentam que o casal seria vítima de lavagem cerebral por parte do governo russo.
Para a comunidade defensora de direitos humanos na rússia, a decisão é motivo de comemoração. Fora uma "rara ocasião" em que esse tipo de julgamento é efetivamente levado à cabo e termina favorável aos opositores da ideologia fascista, comemora Oleg P Orlov, líder do grupo Memorial de direitos humanos no país da antiga cortina de ferro.
Desde 2006, outros quatro assasinatos de pessoas ligadas à defesa de direitos humanos ocorreram no país, sem que alguém fosse indiciado pelos crimes.
A sentença completa é aguardad para ser divulgada ainda em maio deste ano.
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