"Caros Amigos" é condenada a indenizar ex-repórter por demissão após greve em 2013
A Editora Casa Amarela, que publica a revista Caros Amigos, foi condenada a indenizar em R$ 60 mil reais a jornalista Débora
Atualizado em 23/01/2015 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Editora Casa Amarela, que publica a revista Caros Amigos , foi condenada a indenizar em R$ 60 mil reais a jornalista Débora Prado de Oliveira, demitida em 2013 após participar de uma greve contra corte de salários e de pessoal da redação.
Crédito:Reprodução Revista indenizará jornalista demitida após greve
De acordo com o portal Global Voices, pelo menos mais três ex-funcionários estão processando a empresa em função das demissões de 2013. O dono da empresa e duas funcionárias disseram que a jornalista era freelancer, ganhava R$190,00 por página de matéria, não tinha horário fixo de trabalho e comparecia à redação apenas “dois dias por mês”. Esses depoimentos, no entanto, foram contraditos pelas declarações de Débora e dos jornalistas Cecília Luedemann e Hamilton Octavio de Souza, ex-editor da revista.
Souza contou que o juiz interrompeu a sessão e chamou as quatro testemunhas para uma conversa reservadamente. "E le insistiu que havia contradição evidente, chegou a oferecer uma oportunidade de retratação a quem estava mentindo, mas acabou por determinar que as testemunhas fossem encaminhadas à Polícia Federal para abertura de inquérito com o objetivo de apurar a verdade dos fatos".
Crédito:Reprodução Revista indenizará jornalista demitida após greve
De acordo com o portal Global Voices, pelo menos mais três ex-funcionários estão processando a empresa em função das demissões de 2013. O dono da empresa e duas funcionárias disseram que a jornalista era freelancer, ganhava R$190,00 por página de matéria, não tinha horário fixo de trabalho e comparecia à redação apenas “dois dias por mês”. Esses depoimentos, no entanto, foram contraditos pelas declarações de Débora e dos jornalistas Cecília Luedemann e Hamilton Octavio de Souza, ex-editor da revista.
Souza contou que o juiz interrompeu a sessão e chamou as quatro testemunhas para uma conversa reservadamente. "E le insistiu que havia contradição evidente, chegou a oferecer uma oportunidade de retratação a quem estava mentindo, mas acabou por determinar que as testemunhas fossem encaminhadas à Polícia Federal para abertura de inquérito com o objetivo de apurar a verdade dos fatos".





