Capa da "New York Magazine" traz relatos de 35 vítimas de estupro de Bill Cosby
O site da revista New York Magazine publicou nesta segunda-feira (27/7) um conjunto de relatos de 35 das 46 mulheres que acusam o apresentador Bill Cosby de .
Atualizado em 27/07/2015 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
York Magazine publicou nesta segunda-feira (27/7) um conjunto de relatos de 35 das 46 mulheres que acusam o apresentador Bill Cosby de . A matéria especial foi ilustrada pela manchete "Cosby: The Women, An Unwelcome Sisterhood" ("Cosby: As mulheres, uma irmandade indesejada", em português).
Crédito:Reprodução Vítimas do apresentador contaram detalhes de estupros à revista
Segundo o Brasil Post , a reportagem narra como essas mulheres conseguiram ser ouvidas após dez anos – as denúncias tiveram início em 2005 – de acusações contra o comediante.
Além do estupro, Cosby é acusado de oferecer drogas e dinheiro às mulheres com quem teve relações sexuais. Entre algumas das vítimas do apresentador estão as atrizes Beverly Johnson e Lili Bernard e a modelo Janice Dickinson.
"Em 2005, Bill Cosby ainda tinha o controle da mídia. Em 2015, temos as mídias sociais. Não podemos 'ser desaparecidas'. Está online e nunca irá embora", disse Tamara Green, uma das denunciantes. Outra vítima ressaltou a dificuldade em fazer com que a sociedade acreditasse no crime. "Senti-me uma prisioneira. Senti que tinha sido raptada. Eu podia descer qualquer rua de Manhattan e dizer 'Eu fui drogada e raptada por Bill Cosby', mas quem é que acreditaria em mim? Ninguém, ninguém", comentou Barba Bowman.
Crédito:Reprodução Vítimas do apresentador contaram detalhes de estupros à revista
Segundo o Brasil Post , a reportagem narra como essas mulheres conseguiram ser ouvidas após dez anos – as denúncias tiveram início em 2005 – de acusações contra o comediante.
Além do estupro, Cosby é acusado de oferecer drogas e dinheiro às mulheres com quem teve relações sexuais. Entre algumas das vítimas do apresentador estão as atrizes Beverly Johnson e Lili Bernard e a modelo Janice Dickinson.
"Em 2005, Bill Cosby ainda tinha o controle da mídia. Em 2015, temos as mídias sociais. Não podemos 'ser desaparecidas'. Está online e nunca irá embora", disse Tamara Green, uma das denunciantes. Outra vítima ressaltou a dificuldade em fazer com que a sociedade acreditasse no crime. "Senti-me uma prisioneira. Senti que tinha sido raptada. Eu podia descer qualquer rua de Manhattan e dizer 'Eu fui drogada e raptada por Bill Cosby', mas quem é que acreditaria em mim? Ninguém, ninguém", comentou Barba Bowman.
Na manhã desta segunda, o site da revista estava fora do ar. Alguns trechos da reportagem, por este motivo, foram disponibilizados no Instagram da New York Magazine .





