Canal Rural reformula programação e centraliza jornalismo em São Paulo
A última segunda-feira (5/3) foi agitada nas instalações do Canal Rural, emissora do Grupo RBS, em São Paulo. O motivo é a reformulação visual na grade do canal que completa 15 anos.
Atualizado em 07/03/2012 às 17:03, por
Luiz Gustavo Pacete.
Além das mudanças nos principais programas da casa, a emissora centralizou sua equipe de jornalismo na capital paulista. Até então, o núcleo estava baseado em Porto Alegre (RS), sede da RBS.
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A transferência do jornalismo para São Paulo, segundo Júlio Cargnino, gerente executivo de conteúdo do Canal Rural, está relacionada ao esforço da emissora em tornar-se ainda mais nacional. O Canal Rural continua com sua redação em Porto Alegre e mantém uma equipe de 16 profissionais em Brasília. Além disso, conta com jornalistas e correspondentes em oito estados.
Renata Maron apresenta o "Bom Dia Campo" O canal foi criado em 1996 e vem se posicionando como um dos principais no segmento do agronegócio. Entre as alterações está a criação de um estúdio versátil em São Paulo, que possibilitará a gravação de cinco programas e opera com um sistema sofisticado de movimentação de câmeras e versatilidade na alteração de cenário.
O telejornal “Bom Dia Campo” passou a ser exibido das 7h às 8h. Com o fim da bancada e foi dado mais liberdade para a apresentadora Renata Maron, que fica em pé interagindo com entrevistados e convidados.
Cargnino ressalta que o estilo do telejornal foi baseado em televisões europeias tornando-se mais limpo, simplista e interativo. “A cobertura de agronegócio sempre levou o estereótipo de ser rústica, mas como emissora que cobre o tema não podemos ficar para trás. Até porque o agronegócio brasileiro tem se sofisticado a cada dia e conosco não pode ser diferente, a programação deve ser sofisticada”, diz Cargnino.
Outra importante inclusão na grade da emissora é o "Painel Rio+20". O programa antecipará os temas que serão debatidos na conferência da ONU, em junho. O programa será conduzido pelo ex-ministro da agricultura Roberto Rodrigues, sempre às segundas-feiras, às 20h30.
O programa “Grandes Fazendas”, exibido às 12h de sábado, passa a ser apresentado pelo jornalista Ricardo Cunha. Além disso, o canal também exibe a segunda edição diária do programa "Mercado & Cia". A atração agora passa a ter maior duração, das 12h20 às 14h, sob o comando de João Batista Olivi. Outra mudança importante acontecerá no “Rural Notícias”, principal telejornal da emissora, que passará a ser ancorado a partir dos novos estúdios de São Paulo apresentado pelos jornalistas Marcio Fernandes e Alessandra Mello.
O gerente executivo de conteúdo do Canal Rural, Julio Cargnino fala sobre as mudanças:
IMPRENSA – O que representam as mudanças na estrutura? Júlio Cargnino - O canal nasceu em São Paulo, mas ficou por muito tempo com uma estrutura pequena. Há quatro anos começamos com expansão mais forte e estamos nos consolidando nacionalmente. Antes as pesquisas mostravam um canal muito regionalista. E não é essa a proposta. É um canal que fala para todo o agronegócio do país. Não é o objetivo ter uma linguagem identificada com A, B ou C, mas atender todo o agronegócio brasileiro.
Quais os ganhos de ter a redação centralizada em São Paulo? É justamente por causa desse objetivo de se tornar nacional. Se você está com toda a estrutura presente em somente uma região está limitando seu alcance. Quando você está em São Paulo consegue fazer um trabalho nacional. As fontes ficam centralizadas aqui. Pessoas de todo país acabam ficando nesses centros. Para o agronegócio é Brasília e São Paulo. Todo mundo acaba passando por esses lugares.
Ainda estão contratando profissionais em São Paulo? Transferimos muita gente do sul. Tivemos que contratar algumas pessoas e transferimos outras. Existe sim perspectiva de contratações, mas de acordo com o andamento das coisas. Praticamente o grupo está formado. Também fizemos promoções internas e trouxemos apresentadores e muita gente da área técnica, editores de imagens, técnicos e editores.

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A transferência do jornalismo para São Paulo, segundo Júlio Cargnino, gerente executivo de conteúdo do Canal Rural, está relacionada ao esforço da emissora em tornar-se ainda mais nacional. O Canal Rural continua com sua redação em Porto Alegre e mantém uma equipe de 16 profissionais em Brasília. Além disso, conta com jornalistas e correspondentes em oito estados.
Renata Maron apresenta o "Bom Dia Campo" O canal foi criado em 1996 e vem se posicionando como um dos principais no segmento do agronegócio. Entre as alterações está a criação de um estúdio versátil em São Paulo, que possibilitará a gravação de cinco programas e opera com um sistema sofisticado de movimentação de câmeras e versatilidade na alteração de cenário.
O telejornal “Bom Dia Campo” passou a ser exibido das 7h às 8h. Com o fim da bancada e foi dado mais liberdade para a apresentadora Renata Maron, que fica em pé interagindo com entrevistados e convidados.
Cargnino ressalta que o estilo do telejornal foi baseado em televisões europeias tornando-se mais limpo, simplista e interativo. “A cobertura de agronegócio sempre levou o estereótipo de ser rústica, mas como emissora que cobre o tema não podemos ficar para trás. Até porque o agronegócio brasileiro tem se sofisticado a cada dia e conosco não pode ser diferente, a programação deve ser sofisticada”, diz Cargnino.
Outra importante inclusão na grade da emissora é o "Painel Rio+20". O programa antecipará os temas que serão debatidos na conferência da ONU, em junho. O programa será conduzido pelo ex-ministro da agricultura Roberto Rodrigues, sempre às segundas-feiras, às 20h30.
O programa “Grandes Fazendas”, exibido às 12h de sábado, passa a ser apresentado pelo jornalista Ricardo Cunha. Além disso, o canal também exibe a segunda edição diária do programa "Mercado & Cia". A atração agora passa a ter maior duração, das 12h20 às 14h, sob o comando de João Batista Olivi. Outra mudança importante acontecerá no “Rural Notícias”, principal telejornal da emissora, que passará a ser ancorado a partir dos novos estúdios de São Paulo apresentado pelos jornalistas Marcio Fernandes e Alessandra Mello.
O gerente executivo de conteúdo do Canal Rural, Julio Cargnino fala sobre as mudanças:
IMPRENSA – O que representam as mudanças na estrutura? Júlio Cargnino - O canal nasceu em São Paulo, mas ficou por muito tempo com uma estrutura pequena. Há quatro anos começamos com expansão mais forte e estamos nos consolidando nacionalmente. Antes as pesquisas mostravam um canal muito regionalista. E não é essa a proposta. É um canal que fala para todo o agronegócio do país. Não é o objetivo ter uma linguagem identificada com A, B ou C, mas atender todo o agronegócio brasileiro.
Quais os ganhos de ter a redação centralizada em São Paulo? É justamente por causa desse objetivo de se tornar nacional. Se você está com toda a estrutura presente em somente uma região está limitando seu alcance. Quando você está em São Paulo consegue fazer um trabalho nacional. As fontes ficam centralizadas aqui. Pessoas de todo país acabam ficando nesses centros. Para o agronegócio é Brasília e São Paulo. Todo mundo acaba passando por esses lugares.
Ainda estão contratando profissionais em São Paulo? Transferimos muita gente do sul. Tivemos que contratar algumas pessoas e transferimos outras. Existe sim perspectiva de contratações, mas de acordo com o andamento das coisas. Praticamente o grupo está formado. Também fizemos promoções internas e trouxemos apresentadores e muita gente da área técnica, editores de imagens, técnicos e editores.






