Canadá investiga jornal por mencionar nome de vítima de pornografia infantil
Varias denúncias questionando o jornal "The Chronicle Herald" são investigadas pela polícia após matéria citar nome de envolvido no crime.
Atualizado em 26/11/2014 às 19:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma reportagem do jornal The Chronicle Herald foi base para um inquérito sobre a pornografia infantil no Canadá. A polícia da região começou a investigar se o diário teria publicado o nome de uma jovem adolescente envolvida num crime. A apuração iniciou a partir de diversas denúncias que surgiram apontando a responsabilidade do veículo e o direito de anonimato da pessoa mencionada.
Crédito:Reprodução Jornal divulgou nome da vítima mesmo contra decisão da justiça
Segundo National Post , os delegados afirmam que as denúncias foram feitas por vários cidadãos, mas não soube precisar quantas teriam sido entregues. Ao responder as acusações, o jornal afirma que decidiu colocar o nome da menina por acreditar que, fazendo isso, respeita o interesse público dado ao seu reconhecimento e ao fomento ao livre debate no consentimento sexual visto no caso.
“Nós decidimos publicar o nome da vítima desta história, apesar de haver uma proibição por ordem judicial. Acreditamos que é de interesse público (a informação), e no caso específico, dado o amplo conhecimento do nome (da vítima), e tendo em conta o bem que pode vir, e já veio, do debate público livre sobre o consentimento sexual e outros elementos da sua história", alegou o veículo em artigo.
O comunicado foi publicado na versão impressa do veículo na última segunda-feira (24/11). "Os seus parentes querem que seu nome esteja (no) impresso, e o juiz, Jamie Campbell, que confirmou a proibição da publicação, escreveu em sua decisão que a proibição não tinha nenhum propósito".
A decisão vem à tona depois de um segundo jovem envolvido num caso de pornografia infantil se declarar culpado diante de um tribunal. Ele disseminou pelas redes sociais uma imagem íntima de uma garota de 15 anos, que cometeu suicídio.
Crédito:Reprodução Jornal divulgou nome da vítima mesmo contra decisão da justiça
Segundo National Post , os delegados afirmam que as denúncias foram feitas por vários cidadãos, mas não soube precisar quantas teriam sido entregues. Ao responder as acusações, o jornal afirma que decidiu colocar o nome da menina por acreditar que, fazendo isso, respeita o interesse público dado ao seu reconhecimento e ao fomento ao livre debate no consentimento sexual visto no caso.
“Nós decidimos publicar o nome da vítima desta história, apesar de haver uma proibição por ordem judicial. Acreditamos que é de interesse público (a informação), e no caso específico, dado o amplo conhecimento do nome (da vítima), e tendo em conta o bem que pode vir, e já veio, do debate público livre sobre o consentimento sexual e outros elementos da sua história", alegou o veículo em artigo.
O comunicado foi publicado na versão impressa do veículo na última segunda-feira (24/11). "Os seus parentes querem que seu nome esteja (no) impresso, e o juiz, Jamie Campbell, que confirmou a proibição da publicação, escreveu em sua decisão que a proibição não tinha nenhum propósito".
A decisão vem à tona depois de um segundo jovem envolvido num caso de pornografia infantil se declarar culpado diante de um tribunal. Ele disseminou pelas redes sociais uma imagem íntima de uma garota de 15 anos, que cometeu suicídio.





