Câmeras de segurança gravaram suspeitos de matar fotojornalista no México
Promotor disse que todas as linhas de investigação estão abertas
Atualizado em 05/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Autoridades mexicanas afirmaram na última terça-feira (4/8) que identificaram três suspeitos de matar o fotojornalista e quatro mulheres. Câmeras de segurança instaladas no edifício onde o crime ocorreu registraram a ação.
Crédito:Reprodução/Facebook Imagens mostram três suspeitos da morte do fotojornalista mexicano
De acordo com EFE, as imagens foram divulgadas pelo promotor Rodolfo Ríos durante entrevista coletiva. No registro é possível ver o momento em que os suspeitos deixam rapidamente o prédio.
Um deles está em um Mustang vermelho, cujo documento foi encontrado no apartamento onde estavam as vítimas. Outro sai com uma mala preta, supostamente com objetos roubados, e o último segue em direção diferente dos companheiros. O , incluindo as relacionadas com o jornalismo de Espinosa e o ativismo de uma das mulheres que estavam no local, identificada como Nadia Vera.
O corpo do fotojornalista de 31 anos foi identificado na noite do sábado (1/8), depois de ser encontrado baleado e com sinais de tortura. Espinosa, que trabalhava para a revista investigativa Proceso , costumava cobrir atos que exigiam o esclarecimento de assassinatos de profissionais de comunicação.
De acordo com a Organização Repórteres sem Fronteiras (RSF), o México é um dos países que oferece maior risco para o exercício do jornalismo, com mais de 80 assassinatos e 17 desaparecimentos de profissionais na última década.
Crédito:Reprodução/Facebook Imagens mostram três suspeitos da morte do fotojornalista mexicano
De acordo com EFE, as imagens foram divulgadas pelo promotor Rodolfo Ríos durante entrevista coletiva. No registro é possível ver o momento em que os suspeitos deixam rapidamente o prédio.
Um deles está em um Mustang vermelho, cujo documento foi encontrado no apartamento onde estavam as vítimas. Outro sai com uma mala preta, supostamente com objetos roubados, e o último segue em direção diferente dos companheiros. O , incluindo as relacionadas com o jornalismo de Espinosa e o ativismo de uma das mulheres que estavam no local, identificada como Nadia Vera.
O corpo do fotojornalista de 31 anos foi identificado na noite do sábado (1/8), depois de ser encontrado baleado e com sinais de tortura. Espinosa, que trabalhava para a revista investigativa Proceso , costumava cobrir atos que exigiam o esclarecimento de assassinatos de profissionais de comunicação.
De acordo com a Organização Repórteres sem Fronteiras (RSF), o México é um dos países que oferece maior risco para o exercício do jornalismo, com mais de 80 assassinatos e 17 desaparecimentos de profissionais na última década.





