Cale a boca, jornalista II: preso mais um suspeito do atentado contra jornal de Marília
Cale a boca, jornalista II: preso mais um suspeito do atentado contra jornal de Marília
Atualizado em 13/09/2005 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Foi preso no fim da tarde de ontem, em Marília, o funcionário público Carlos Roberto Valdenebre da Silva, empregado da Companhia de Desenvolvimento de Marília (CODEMAR).
Valdenebre, que atua no setor comercial da CODEMAR, teve seu nome foi indicado por outro suspeito, Amaury Campoy, que já está preso, como um dos terroristas que invadiu e incendiou a sede do jornal Diário de Notícias , de Marília, na última quinta feira.
Segundo informações do delegado seccional de Marília, Dr. Roberto Terraz, "o suspeito Carlos Roberto Valdenebre da Silva negou todas as acusações feitas contra ele". O delegado informa que o suspeito de participação no crime possui ficha de atecedentes criminais. "São crimes não recentes que envolvem ações de furto, roubo e receptação".
Questionado sobre a relação entre a CODEMAR e o atentado, o delegado diz, "Ainda estamos em investigação, não sabemos se existe essa ligação. Entretanto, uma pessoa com uma ficha de antecedentes criminais jamais poderia trabalhar num órgão público. A nossa dúvida fica em como ele conseguiu entrar na CODEMAR".
Quanto a Valdenebre, ele ainda está preso e o seu advogado já encaminhou à justiça de Marília um pedido de habeas corpus.
Valdenebre, que atua no setor comercial da CODEMAR, teve seu nome foi indicado por outro suspeito, Amaury Campoy, que já está preso, como um dos terroristas que invadiu e incendiou a sede do jornal Diário de Notícias , de Marília, na última quinta feira.
Segundo informações do delegado seccional de Marília, Dr. Roberto Terraz, "o suspeito Carlos Roberto Valdenebre da Silva negou todas as acusações feitas contra ele". O delegado informa que o suspeito de participação no crime possui ficha de atecedentes criminais. "São crimes não recentes que envolvem ações de furto, roubo e receptação".
Questionado sobre a relação entre a CODEMAR e o atentado, o delegado diz, "Ainda estamos em investigação, não sabemos se existe essa ligação. Entretanto, uma pessoa com uma ficha de antecedentes criminais jamais poderia trabalhar num órgão público. A nossa dúvida fica em como ele conseguiu entrar na CODEMAR".
Quanto a Valdenebre, ele ainda está preso e o seu advogado já encaminhou à justiça de Marília um pedido de habeas corpus.






