Bye-bye assessores de "imprensa"
Bye-bye assessores de "imprensa"
Atualizado em 03/05/2010 às 14:05, por
Lucia Faria.
Qual o futuro da assessoria de imprensa? Para mim, está com os dias contados. Claro que não é para logo, mas quem ficar preso à comunicação com um só público perderá boas oportunidades. Aliás, já está perdendo. Nossa atuação certamente será mais e mais voltada à comunicação com públicos específicos. Teremos de falar diretamente com o consumidor, esteja onde estiver.
Clientes terão de entender essa transformação. Temos muitas dúvidas ainda, mas surgem diariamente indícios de que estamos numa trilha sem volta. Ainda engatinhamos no Twitter, no Facebook ou nos blogs. É só o princípio e, na verdade, não sabemos para onde vamos. Nem como. Recentemente fiz um curso na ESPM e lá encontrei pessoas que, no meu entender, já estavam bem à minha frente no entendimento das mídias digitais. Engano. Dividimos angústias e dúvidas.
Um dos nossos casos recentes de sucesso, ainda em andamento, é do lançamento de um creme redutor de pelos chamado Bioxet, lançado no Brasil pelo laboratório B'iota, da Turquia. Além da divulgação tradicional, principalmente nas publicações femininas, temos conversado com blogueiras individualmente, enviado produtos para sorteio com leitoras e estabelecido um ótimo relacionamento com essas formadoras de opinião. Algumas delas, inclusive, compareceram à coletiva de imprensa em janeiro, em um dia que São Paulo parou devido à chuva. Mas elas estavam lá ao lado de jornalistas da grande imprensa e 15 colegas turcos vindos especialmente para a ocasião. Os primeiros resultados do produto só começam a aparecer após três meses de uso.
Temos enviado produtos para teste e elas são totalmente independentes para dar opinião sobre os efeitos. No Twitter temos quase 800 seguidoras. Pessoas que acompanham nossas informações sobre beleza, estética e redução de pelos. Tantas novidades assim me animam. Precisamos de novos projetos sempre. Eles é que nos movem adiante. Não vejo a hora de as empresas entenderem que não somos mais assessores de "imprensa".

Clientes terão de entender essa transformação. Temos muitas dúvidas ainda, mas surgem diariamente indícios de que estamos numa trilha sem volta. Ainda engatinhamos no Twitter, no Facebook ou nos blogs. É só o princípio e, na verdade, não sabemos para onde vamos. Nem como. Recentemente fiz um curso na ESPM e lá encontrei pessoas que, no meu entender, já estavam bem à minha frente no entendimento das mídias digitais. Engano. Dividimos angústias e dúvidas.
Um dos nossos casos recentes de sucesso, ainda em andamento, é do lançamento de um creme redutor de pelos chamado Bioxet, lançado no Brasil pelo laboratório B'iota, da Turquia. Além da divulgação tradicional, principalmente nas publicações femininas, temos conversado com blogueiras individualmente, enviado produtos para sorteio com leitoras e estabelecido um ótimo relacionamento com essas formadoras de opinião. Algumas delas, inclusive, compareceram à coletiva de imprensa em janeiro, em um dia que São Paulo parou devido à chuva. Mas elas estavam lá ao lado de jornalistas da grande imprensa e 15 colegas turcos vindos especialmente para a ocasião. Os primeiros resultados do produto só começam a aparecer após três meses de uso.
Temos enviado produtos para teste e elas são totalmente independentes para dar opinião sobre os efeitos. No Twitter temos quase 800 seguidoras. Pessoas que acompanham nossas informações sobre beleza, estética e redução de pelos. Tantas novidades assim me animam. Precisamos de novos projetos sempre. Eles é que nos movem adiante. Não vejo a hora de as empresas entenderem que não somos mais assessores de "imprensa".






