Britânico é condenado por ameaçar de estupro deputada feminista no Twitter
Parlamentar foi ameaçada por apoiar uma campanha em favor da imagem da escritora Jane Austen nas notas de dez libras.
Atualizado em 29/09/2014 às 19:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Justiça britânica condenou Peter Nunn, de 33 anos, a 18 semanas de prisão por insultar e ameaçar de estupro uma deputada no Twitter. Stella Creasy defende a causa feminista no Parlamento e recebeu as mensagens entre julho e agosto de 2013.
Crédito:Reprodução/Twitter Deputada foi ameaçada de estupro por internauta no Twitter
Segundo a AFP, uma das mensagens de Nunn dizia: "A melhor maneira de estuprar uma bruxa é tentar afogá-la primeiro e, quando ela tentar buscar o ar, então você penetra". Outro tuíte questionava "se você não pode ameaçar uma celebridade de estupro, então pra que elas existem?".
O condenado alega que as mensagens são um exercício de liberdade de expressão e que seu objetivo era satirizar os machistas da internet. A juíza Elizabeth Roscoe afirmou que a conduta era "totalmente inaceitável" e determinou ainda que Nunn mantenha distância da deputada.
As ameaças surgiram logo após Creasy aderir à campanha para que a imagem da escritora Jane Austen fosse impressa nas notas de dez libras. Antes de Nunn, a Justiça já havia condenado Isabella Sorley e John Nimmo pelo mesmo crime.
Crédito:Reprodução/Twitter Deputada foi ameaçada de estupro por internauta no Twitter
Segundo a AFP, uma das mensagens de Nunn dizia: "A melhor maneira de estuprar uma bruxa é tentar afogá-la primeiro e, quando ela tentar buscar o ar, então você penetra". Outro tuíte questionava "se você não pode ameaçar uma celebridade de estupro, então pra que elas existem?".
O condenado alega que as mensagens são um exercício de liberdade de expressão e que seu objetivo era satirizar os machistas da internet. A juíza Elizabeth Roscoe afirmou que a conduta era "totalmente inaceitável" e determinou ainda que Nunn mantenha distância da deputada.
As ameaças surgiram logo após Creasy aderir à campanha para que a imagem da escritora Jane Austen fosse impressa nas notas de dez libras. Antes de Nunn, a Justiça já havia condenado Isabella Sorley e John Nimmo pelo mesmo crime.





