Brickmann Associados reafirma que documento publicado pela CartaCapital é falso
Brickmann Associados reafirma que documento publicado pela CartaCapital é falso
Brickmann Associados reafirma que documento publicado pela CartaCapital é falso
A Brickmann Associados divulgou nesta terça-feira (11) uma nota reafirmando sua posição em relação ao documento publicado pela revista CartaCapital : "ele é falso, com informações falsas, créditos falsos".
De acordo com a nota, Luis Flávio Bordes D` Urso -advogado do casal Estevam Hernandes Filho e Sonia Haddad Moraes Hernandes, líderes da Igreja Renascer em Cristo - afirmou: "O juiz indagou ao promotor se ele havia feito o pedido para a oitiva [pedido para ouvir a testemunha]. Com sua resposta, o promotor negou. Para o advogado, se for confirmado o pedido de oitiva fora dos autos, o comportamento de Mendroni terá sido 'no mínimo estranho' e deve ser apurado. Por que quando foi indagado pelo juiz sobre o pedido, ele silenciou?"
O comunicado da Brickmann Associados tenta explicar alguns pontos do caso "em nome da racionalidade". Como as diferenças de data, que, de acordo com a nota, não batem: "O secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr., afirma que enviou à Itália, em fevereiro, o tal documento para ouvir Kaká com perguntas sobre sua relação particular com os líderes da Igreja Renascer. Acontece que a revista afirmou que ele datava de 14 de setembro de 2007".
A assessoria dos bispos da Igreja Renascer afirma que secretário Tuma Jr. tomou posse no cargo no dia 10 de setembro, apenas 4 dias antes da data do documento. E continua: "a edição da CartaCapital é datada de 15 de janeiro deste ano. Como foram capazes de prever que o secretário Romeu Tuma Jr. enviaria um documento à Itália no mês seguinte, fevereiro, e como conseguiram fotografar o papel que ainda nem existia? Por que o Secretário Romeu Tuma entra no caso, se não está citado na reportagem e não faz parte do Poder Judiciário?"
Ainda de acordo dom a Brickmann, o destinatário do documento é "PROCURA DELLA REPUBBLICA PRESSO IL Tribunale di Milano. Italia", e foi enviado pelo "Poder Judiciário do Estado de São Paulo. 1ª Vara Criminal da Capital/SP". Portanto, não há menção específica ao Ministério da Justiça, à Secretaria Nacional de Justiça ou a outro órgão do Poder Executivo.
"O papel publicado pela "reportagem" diz claramente que sua origem é o Poder Judiciário do Estado de São Paulo. O Ministério da Justiça não é Poder Judiciário - faz parte do Poder Executivo. E o próprio promotor, mesmo que assuma o envio do ofício, não é Poder Judiciário e não faz parte do Poder Judiciário. O Ministério Público é um braço do Poder Executivo", completa a nota.
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