Brasil profundo
Brasil profundo
Atualizado em 10/03/2010 às 17:03, por
Ana Ignácio e da reportagem.
Por A seção "Ensaio" da revista IMPRENSA (edição 254, pág.80, " ") é ilustrada pelo novo trabalho do fotógrafo Araquém Alcântara. Com 40 anos de carreia marcada, principalmente, por paisagens naturais do país, o fotógrafo lança agora seu 40º livro, "Sertão sem fim", com o objetivo de revelar a relação do homem com a realidade árida do Nordeste. Araquém se dedicou ao projeto por dois anos. "A busca desse livro é mais quebrar preconceitos. Lembro que tinha um preconceito com as minhas fotos de gente pobre, de bichos. Existem críticos que acham que devemos fazer malabarismo com a fotografia. Ela é uma expressão madura, uma linguagem que se sustenta por si mesma", defende.
Considerado precursor da fotografia de natureza no Brasil, Alcântara sempre teve o objetivo de registrar e contribuir para a formação de uma identidade visual do país. "O que me impressiona na mata é que há uma sociedade absolutamente coerente. Uma organização fantástica em que tudo se move, tudo tem um propósito, tudo é perfeito. Ali, até o vento é uma manifestação divina", explica. Em "Sertão sem fim", o foco é um pouco diferente, mas a beleza é a mesma presente em outros trabalhos de Alcântara.
Veja a seguir algumas imagens que não entraram na versão impressa de "Ensaio":

Considerado precursor da fotografia de natureza no Brasil, Alcântara sempre teve o objetivo de registrar e contribuir para a formação de uma identidade visual do país. "O que me impressiona na mata é que há uma sociedade absolutamente coerente. Uma organização fantástica em que tudo se move, tudo tem um propósito, tudo é perfeito. Ali, até o vento é uma manifestação divina", explica. Em "Sertão sem fim", o foco é um pouco diferente, mas a beleza é a mesma presente em outros trabalhos de Alcântara.
Veja a seguir algumas imagens que não entraram na versão impressa de "Ensaio":






