Brasil inicia extradição de ex-prefeito paraguaio acusado por morte de jornalista
Na última sexta-feira (13/3), o governo brasileiro iniciou o processo de extradição contra um ex-prefeito do distrito paraguaio de Ypejhú, Vilmar Acosta, acusado de ordenar o assassinato do jornalista Pablo Medina Crédito:Reprodução Vilmar Acosta foi preso do Brasil e será extraditado para o Paraguai Segundo a Reuters, o Brasil afastou a possibilidade de deportá-lo como pediam autoridades de Assunção.
Atualizado em 14/03/2015 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
portalimprensa.com.br/content_file_storage/2015/03/13/acosta.jpg"> Vilmar Acosta foi preso do Brasil e será extraditado para o Paraguai
Segundo a Reuters, o Brasil afastou a possibilidade de deportá-lo como pediam autoridades de Assunção. Acosta foi detido na semana passada no Mato Grosso do Sul, após permanecer foragido por cinco meses.
O político é acusado de ser o autor intelectual do assassinato do jornalista paraguaio Pablo Medina, correspondente do jornal ABC , e de seu assistente num ataque de rua em outubro do ano passado.
O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, disse que a chancelaria comunicou ao Paraguai sobre a decisão da Justiça de ordenar a prisão preventiva com fins de extradição. "Com essa comunicação, abrem-se os prazos para que o governo paraguaio, por meio da embaixada, mande todas as informações para prosseguir com a extradição segundo os termos dos acordos bilaterais e do Mercosul", assegurou o ministro.
O governo paraguaio esperava que Acosta fosse deportado para agilizar seu retorno ao país, onde também deve responder por outros crimes.
Medina investigava as ligações do ex-prefeito e sua família com o narcotráfico numa região de elevada produção de maconha.
Segundo a Reuters, o Brasil afastou a possibilidade de deportá-lo como pediam autoridades de Assunção. Acosta foi detido na semana passada no Mato Grosso do Sul, após permanecer foragido por cinco meses.
O político é acusado de ser o autor intelectual do assassinato do jornalista paraguaio Pablo Medina, correspondente do jornal ABC , e de seu assistente num ataque de rua em outubro do ano passado.
O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, disse que a chancelaria comunicou ao Paraguai sobre a decisão da Justiça de ordenar a prisão preventiva com fins de extradição. "Com essa comunicação, abrem-se os prazos para que o governo paraguaio, por meio da embaixada, mande todas as informações para prosseguir com a extradição segundo os termos dos acordos bilaterais e do Mercosul", assegurou o ministro.
O governo paraguaio esperava que Acosta fosse deportado para agilizar seu retorno ao país, onde também deve responder por outros crimes.
Medina investigava as ligações do ex-prefeito e sua família com o narcotráfico numa região de elevada produção de maconha.





