Brasil fica em penúltimo lugar em ranking de desigualdade de gênero no jornalismo
Atualizado em 09/03/2023 às 15:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Intitulado "Mulheres e liderança na mídia: evidências de 12 mercados", a edição 2023 de um estudo divulgado anualmente pelo Reuters Institute no Dia Internacional das Mulheres indicou que a desigualdade de gênero no mercado jornalístico afeta mesmo países desenvolvidos e que a participação das mulheres em cargos de comando de redações e veículos de notícias vem caindo em muitos lugares do mundo.
Nesta edição o trabalho analisou ao todo 240 organizações jornalísticas, que operam em cinco continentes e 12 países, incluindo o Brasil.
De acordo com o estudo, com uma média de 44%, os EUA são o país em que mais mulheres ocupam altos cargos editoriais na indústria de notícia. O último lugar do ranking ficou com o México, onde as jornalistas ocupam apenas 5% das posições de liderança. Crédito: Reprodução Reuters Institute No ano passado, apenas 7% dos cargos de liderança eram ocupados por mulheres nas redações brasileiras Com uma vergonhosa taxa de 13%, o Brasil ficou na penúltima posição, empatado com o Quênia.
Outra constatação preocupante: em 11 dos 12 países pesquisados foram verificadas porcentagens de mulheres em cargos de chefia de veículos de imprensa abaixo da participação média delas no mercado de trabalho jornalístico.
A disparidade foi observada inclusive em países desenvolvidos, como Finlândia, Reino Unido, Hong Kong e Alemanha.
O estudo destacou que até países com bom boa pontuação no Índice de Desigualdade de Gênero das Nações Unidas (UN GII) têm relativamente poucas mulheres na chefia de veículos de imprensa.
Nesta edição o trabalho analisou ao todo 240 organizações jornalísticas, que operam em cinco continentes e 12 países, incluindo o Brasil.
De acordo com o estudo, com uma média de 44%, os EUA são o país em que mais mulheres ocupam altos cargos editoriais na indústria de notícia. O último lugar do ranking ficou com o México, onde as jornalistas ocupam apenas 5% das posições de liderança. Crédito: Reprodução Reuters Institute No ano passado, apenas 7% dos cargos de liderança eram ocupados por mulheres nas redações brasileiras Com uma vergonhosa taxa de 13%, o Brasil ficou na penúltima posição, empatado com o Quênia.
Outra constatação preocupante: em 11 dos 12 países pesquisados foram verificadas porcentagens de mulheres em cargos de chefia de veículos de imprensa abaixo da participação média delas no mercado de trabalho jornalístico.
A disparidade foi observada inclusive em países desenvolvidos, como Finlândia, Reino Unido, Hong Kong e Alemanha.
O estudo destacou que até países com bom boa pontuação no Índice de Desigualdade de Gênero das Nações Unidas (UN GII) têm relativamente poucas mulheres na chefia de veículos de imprensa.





