Braço direito de Dino é criticado por bloquear jornalistas nas redes sociais
Cotado para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) caso o ministro Flávio Dino vá para o Supremo Tribunal Federal (STF),
Atualizado em 02/10/2023 às 14:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Ricardo Cappelli, atual secretário executivo da pasta, vem sendo criticado por ter bloqueado jornalistas no X (antigo Twitter).
Os bloqueios foram motivados por críticas feitas a declarações de Cappelli sobre a alta letalidade de ações policiais na Bahia. Na semana passada, ao comentar o grande número de mortos das operações, ele usou um tipo de retórica muito utilizado por políticos de direita, afirmando à CNN Brasil q Crédito: Tom Costa / MJSP Braço direito de Flávio Dino, Ricardo Cappelli foi interventor no DF após atos golpistas ue não é possível enfrentar o crime organizado com "fuzil de rosas”.
Dentre os jornalistas bloqueados pelo braço direito de Flávio Dino está Cecília Oliveira, co-fundadora do Intercept Brazil e diretora da Fogo Cruzado, plataforma que reúne dados colaborativos sobre tiroteios e disparos de arma de fogo.
Repercussão
Interventor na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal após os atos golpistas de 8 de janeiro, Cappeli também bloqueou o advogado Thiago Amparo, que é colunista da Folha de S. Paulo e professor de direito internacional e direitos humanos na Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Considerados anti-democráticos, os bloqueios causaram grande repercussão nas redes sociais, levando Cappelli a justificá-los sob o argumento de que não admite xingamentos e agressões. Para ele, porém, a simples classificação de que sua opinião é uma "falácia" já seria uma agressão.
Em contestável apoio ao subordinado, o ministro Flávio Dino classificou as críticas a Cappelli como "injustos ataques políticos". Ele também afirmou que "extremismos mobilizam ‘torcidas’, mas não resolvem problemas”.
Os bloqueios foram motivados por críticas feitas a declarações de Cappelli sobre a alta letalidade de ações policiais na Bahia. Na semana passada, ao comentar o grande número de mortos das operações, ele usou um tipo de retórica muito utilizado por políticos de direita, afirmando à CNN Brasil q Crédito: Tom Costa / MJSP Braço direito de Flávio Dino, Ricardo Cappelli foi interventor no DF após atos golpistas ue não é possível enfrentar o crime organizado com "fuzil de rosas”.
Dentre os jornalistas bloqueados pelo braço direito de Flávio Dino está Cecília Oliveira, co-fundadora do Intercept Brazil e diretora da Fogo Cruzado, plataforma que reúne dados colaborativos sobre tiroteios e disparos de arma de fogo.
Repercussão
Interventor na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal após os atos golpistas de 8 de janeiro, Cappeli também bloqueou o advogado Thiago Amparo, que é colunista da Folha de S. Paulo e professor de direito internacional e direitos humanos na Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Considerados anti-democráticos, os bloqueios causaram grande repercussão nas redes sociais, levando Cappelli a justificá-los sob o argumento de que não admite xingamentos e agressões. Para ele, porém, a simples classificação de que sua opinião é uma "falácia" já seria uma agressão.
Em contestável apoio ao subordinado, o ministro Flávio Dino classificou as críticas a Cappelli como "injustos ataques políticos". Ele também afirmou que "extremismos mobilizam ‘torcidas’, mas não resolvem problemas”.





