Bolsonaro é condenado por dizer a jornal que não estupraria ex-ministra "muito feia"
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado em primeira instância a indenizar em R$ 10 mil a deputada e ex-ministra Maria do Rosário (PT-RS), por danos morais.
Atualizado em 17/09/2015 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
condenado em primeira instância a indenizar em R$ 10 mil a deputada e ex-ministra Maria do Rosário (PT-RS), por danos morais. Ele teria dito ao jornal Zero Hora que não a estupraria porque ela "não merece" e "é muito feia".
Crédito:Thyago Marcel/Câmara dos Deputados Bolsonaro pagará indenização a Maria do Rosário por fala sobre estupro
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo , a declaração de Bolsonaro foi feita em dezembro de 2014, no plenário. Porém, um dia depois, ele reafirmou ao jornal gaúcho que não estupraria Maria do Rosário porque "ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria".
A fala polêmica do deputado gerou pedidos de cassação de seu mandato. No entanto, em sua defesa, Bolsonaro mencionou a imunidade parlamentar e disse que não causou "danos indenizáveis" à colega.
Embora as alegações dele tenham sido rejeitadas pela juíza Tatiana Dias da Silva, da 18ª Vara Cível de Brasília, Bolsonaro ainda pode recorrer da decisão.
Crédito:Thyago Marcel/Câmara dos Deputados Bolsonaro pagará indenização a Maria do Rosário por fala sobre estupro
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo , a declaração de Bolsonaro foi feita em dezembro de 2014, no plenário. Porém, um dia depois, ele reafirmou ao jornal gaúcho que não estupraria Maria do Rosário porque "ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria".
A fala polêmica do deputado gerou pedidos de cassação de seu mandato. No entanto, em sua defesa, Bolsonaro mencionou a imunidade parlamentar e disse que não causou "danos indenizáveis" à colega.
Embora as alegações dele tenham sido rejeitadas pela juíza Tatiana Dias da Silva, da 18ª Vara Cível de Brasília, Bolsonaro ainda pode recorrer da decisão.





