Bizz de junho traz o retorno de Guns N Roses, tudo sobre o maior segredo do mundo
Bizz de junho traz o retorno de Guns N Roses, tudo sobre o maior segredo do mundo
Atualizado em 12/06/2006 às 09:06, por
Fonte: Bansen Comunicação & Marketing.
A edição de junho da revista BIZZ vem com tudo! A começar pela reportagem de capa que traz um grande especial sobre o retorno do Guns N Roses aos palcos, depois de quatro anos sem shows. Com fotos exclusivas e entrevistas com pessoas envolvidas diretamente com o vocalista Axl Rose - incluindo a sua famosa "mãe brasileira", Beta Lebeis - BIZZ mostra o show de retorno em Nova York e a consagração no Rock in Rio de Lisboa. A reportagem de capa traz ainda as novas músicas da banda que vazam na internet.
"Se eu digo que ele prefere ficar em casa, já publicam que ele não gosta de receber ninguém", desabafa Beta Lebeis, a mãe brasileira de Axl Rose que assessora o cantor desde 1991. "Costumo nem ler muito porque me irrita". Já o jornalista Burhan Wazir, do jornal britânico The Time, tem uma explicação para a fixação da imprensa pelo artista e sua obra inacabada. "A inabilidade de Axl Rose em produzir um sucessor e seu sumiço fazem dele um exemplo provocativo de excesso e de fama. Curiosamente, muita gente gostaria de ver a volta daquele estilo rebelde, e o avanço dos anos não diminuiu isso". Pois é... Tudo sobre o retorno do Guns N'Roses - o maior segredo do mundo - nas páginas de BIZZ 202, que chega às bancas de todo o país neste sábado, 10 de junho.
AINDA EM BIZZ DE JUNHO...
Não sou poderosa, eu trabalho!, diz Marisa Monte em BIZZ Entrevista.
Eu, sentada com o violão no colo, enxergando os músicos, me comunicando com eles, é algo mais próximo do meu dia-a-dia. Esse negócio de 'diva' é uma imagem muito antiga. É assim que Marisa Monte começa sua conversa com o jornalista Pedro Só, registrada na seção BIZZ Entrevista, da edição de junho da revista. A cantora fala porque decidiu e como conseguiu mudar o conceito visual do seu show. Eu queria algo diferente, sem toda aquela exuberância visual e projeções. E também conta a história da música inédita "Não É Proibido" cantada no show, apesar de não estar no disco; e, no melhor estilo de artista que tem seus próprios conceitos e segue com rigor sua própria cartilha, Marisa Monte lembra: O Tribalistas (2002) quebrou esse ciclo de disco, turnê, disco, turnê. Fizemos um álbum sem turnê e foi muito bem. Podemos fazer dois discos e uma turnê ou uma turnê sem disco. Pode tudo, não existe regra. Ainda no entrevistão de BIZZ de junho, a tribalista explica: Não sou poderosa, eu trabalho! O poder que as pessoas atribuem nessas listas é sempre sinônimo de grana, de beleza, valores que, pra mim... (faz uma careta).
O Funk carioca ganhando o mundo!
O funk carioca, gênero musical nacional odiado por nove entre dez cabeças (supostamente) pensantes, vira queridinho dos gringos e começa a bombar lá fora com grupos Bonde do Rolê, Turbo Trio e Edu K. A revista BIZZ de junho traz uma incrível reportagem sobre as bandas brasileiras de funk carioca, formadas em várias cidades do país, que estão ganhando - literalmente - o mundo!
Marcos Valle e sua fase mais pop
BIZZ de junho conta como Marcos Valle, respeitável nome da "segunda geração da Bossa Nova", descobriu a Soul Music, os Beatles e o poder jovem. "Foi (uma mudança) natural. Sempre ouvi novidades, mas quando lancei Mustang..., alguns puristas da bossa se chocaram", diz o cantor.
O caminho de casa
Ainda em BIZZ de junho, o músico paulistano Curumin fala de sua volta ao próprio país depois de uma escala básica na América do Norte. Com um repertório próprio repleto de sambas e programações, reforçado por releituras inusitadas de Madonna a Stevie Wonder, Curumin e a banda Aipins não só instigaram as platéias gringas como também encantaram músicos do naipe de Jamie Lidell e do grupo californiano de rap Blackalicious.

"Se eu digo que ele prefere ficar em casa, já publicam que ele não gosta de receber ninguém", desabafa Beta Lebeis, a mãe brasileira de Axl Rose que assessora o cantor desde 1991. "Costumo nem ler muito porque me irrita". Já o jornalista Burhan Wazir, do jornal britânico The Time, tem uma explicação para a fixação da imprensa pelo artista e sua obra inacabada. "A inabilidade de Axl Rose em produzir um sucessor e seu sumiço fazem dele um exemplo provocativo de excesso e de fama. Curiosamente, muita gente gostaria de ver a volta daquele estilo rebelde, e o avanço dos anos não diminuiu isso". Pois é... Tudo sobre o retorno do Guns N'Roses - o maior segredo do mundo - nas páginas de BIZZ 202, que chega às bancas de todo o país neste sábado, 10 de junho.
AINDA EM BIZZ DE JUNHO...
Não sou poderosa, eu trabalho!, diz Marisa Monte em BIZZ Entrevista.
Eu, sentada com o violão no colo, enxergando os músicos, me comunicando com eles, é algo mais próximo do meu dia-a-dia. Esse negócio de 'diva' é uma imagem muito antiga. É assim que Marisa Monte começa sua conversa com o jornalista Pedro Só, registrada na seção BIZZ Entrevista, da edição de junho da revista. A cantora fala porque decidiu e como conseguiu mudar o conceito visual do seu show. Eu queria algo diferente, sem toda aquela exuberância visual e projeções. E também conta a história da música inédita "Não É Proibido" cantada no show, apesar de não estar no disco; e, no melhor estilo de artista que tem seus próprios conceitos e segue com rigor sua própria cartilha, Marisa Monte lembra: O Tribalistas (2002) quebrou esse ciclo de disco, turnê, disco, turnê. Fizemos um álbum sem turnê e foi muito bem. Podemos fazer dois discos e uma turnê ou uma turnê sem disco. Pode tudo, não existe regra. Ainda no entrevistão de BIZZ de junho, a tribalista explica: Não sou poderosa, eu trabalho! O poder que as pessoas atribuem nessas listas é sempre sinônimo de grana, de beleza, valores que, pra mim... (faz uma careta).
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Marcos Valle e sua fase mais pop
BIZZ de junho conta como Marcos Valle, respeitável nome da "segunda geração da Bossa Nova", descobriu a Soul Music, os Beatles e o poder jovem. "Foi (uma mudança) natural. Sempre ouvi novidades, mas quando lancei Mustang..., alguns puristas da bossa se chocaram", diz o cantor.
O caminho de casa
Ainda em BIZZ de junho, o músico paulistano Curumin fala de sua volta ao próprio país depois de uma escala básica na América do Norte. Com um repertório próprio repleto de sambas e programações, reforçado por releituras inusitadas de Madonna a Stevie Wonder, Curumin e a banda Aipins não só instigaram as platéias gringas como também encantaram músicos do naipe de Jamie Lidell e do grupo californiano de rap Blackalicious.






