Berlusconi anuncia compra de tradicional grupo de mídia italiano
O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi anunciou no último domingo (4/10) a aquisição do grupo RCS Media, proprietário dos jornais Gazzetta dello Sport e El Mundo , a editora de livros Bompiani Rizzoli e as emissoras GazzettaTV, CorriereTV e Caccia e Pesca.
Atualizado em 06/10/2015 às 16:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
anunciou no último domingo (4/10) a do grupo RCS Media, proprietário dos jornais Gazzetta dello Sport e El Mundo , a editora de livros Bompiani Rizzoli e as emissoras GazzettaTV, CorriereTV e Caccia e Pesca.
Crédito:Wikimedia commons Berlusconi comprou a RCS Media por 127,5 milhões de euros
Segundo a AFP, a compra, que se arrastou por nove meses, custou 127,5 milhões de euros (cerca de R$ 550 milhões) aos cofres do magnata.
A aquisição representa um novo domínio da família Berlusconi em relação ao mercado editorial italiano e europeu. Com 40% de domínio mercadológico neste setor, a RCS Media vê a Arnoldo Mondadori Editore, sua concorrente direta na Itália, com apenas 26,5% da fatia de mercado.
"Estou muito orgulhosa com a operação em um setor tão nobre e especial como o do livro", comentou Marina Berlusconi, filha do magnata e presidente do Grupo Mondadori.
Crédito:Wikimedia commons Berlusconi comprou a RCS Media por 127,5 milhões de euros
Segundo a AFP, a compra, que se arrastou por nove meses, custou 127,5 milhões de euros (cerca de R$ 550 milhões) aos cofres do magnata.
A aquisição representa um novo domínio da família Berlusconi em relação ao mercado editorial italiano e europeu. Com 40% de domínio mercadológico neste setor, a RCS Media vê a Arnoldo Mondadori Editore, sua concorrente direta na Itália, com apenas 26,5% da fatia de mercado.
"Estou muito orgulhosa com a operação em um setor tão nobre e especial como o do livro", comentou Marina Berlusconi, filha do magnata e presidente do Grupo Mondadori.
O escritor Sandro Veronesi, da Bompiani Rizzoli, se mostrou contrário à aquisição do grupo por parte da família italiana. "Trata-se de um erro grave, um erro que agrava a situação editorial na Itália. Não se trata de uma operação editorial, mas de especulação, que também cortará muitos empregos nesse setor".





