Banco do Brasil suspende patrocínio ao vôlei após CGU comprovar corrupção na CBV
O Banco do Brasil suspendeu o contrato de patrocínio que tinha com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) desde 1991, após um relatório da
Controladoria Geralda União (CGU) identificar irregularidades na administração da entidade.
Crédito:Divulgação Banco do Brasil retomará patrocínio após regularização da CBVSegundo Meio&Mensagem , o relatório da CGU comprovou casos de favorecimentos e licitações viciadas e de gerenciamento impróprio de verbas na entidade. No entanto, a investigação só ocorreu após a série de reportagens "Dossiê Vôlei", feita por Lúcio de Castro, repórter da ESPN, denunciando a corrupção da CBV.
No comunicado, o Banco do Brasil “informa que suspendeu os pagamentos (...) ec ondiciona a retomada (...) e a continuidade do patrocínio à adoção imediata pela CBV de todas as medidas corretivas apontadas pela Controladoria Geral da União (CGU)" além de outras identificadas pelo banco como necessárias.
CBV comentou a medida do patrocinador também em nota oficial e afirmou que “a nova gestão tomou providências visando implantar uma governança responsável e, acima de tudo, ética” e que o presidente da CBV, Walter Pitombo Larangeiras, cumprirá integralmente as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União”.
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