www: Censura e lucros, por Regina Reptton*
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*Regina Reppton é aluna do curso de Jornalismo do Centro Universitário do Triângulo/Unitri De um lado o Google, site de busca criado há sete anos a partir de um projeto de doutorado de Sergey Brin e Larry Page, na época estudantes. Do outro lado a China, país mais populoso do mundo, localizado na parte continental do leste da Ásia. Entre os dois relações comerciais e a restrição de acesso a alguns conteúdos do Google.Visando aumentar seus negócios, o Google chega à China, nação que representa o segundo maior número de internautas do planeta - perde só para os EUA. Mas, para entrar no mercado chinês, a empresa teve que se adequar às exigências do governo local. Um exemplo clássico é a restrição à palavra democracia. Como esta não é muito comum no país, os dados que se referiam a este termo foram bloqueados ou restringidos.
Diante de um grande mercado consumidor como a China, o Google, que não cedeu aos pedidos de autoridades brasileiras para ajudar a localizar os criminosos do Orkut e também não cedeu à intimação do governo dos Estados Unidos para fornecer dados a respeito de buscas feitas pelos usuários daquele país, agora "ajoelha-se" diante do governo chinês.
A principal missão do Google é "organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil". Ele organiza as informações, mas não pode passar tudo para os cidadãos chineses, e a própria imagem do site foi modificada para entrar na China, onde mudou de nome pela primeira vez e passou a se chamar "Gu Ge".
Isso parece não ter afetado em nada os negócios do site de busca, que só ganhou ao ter abocanhado parte do mercado chinês na Internet. É o Google entrando na "onda" do governo chinês: economia capitalista e política comunista. 





