SJMG - Ação pede fim de perseguições à jornalista
SJMG - Ação pede fim de perseguições à jornalista
Atualizado em 24/11/2005 às 08:11, por
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Uma ação lançada ontem na Internet, chamada ciberação, exige o fim das perseguições ao jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto. Segundo a agência Notícias da Amazônia, o jornalista sofre 19 processos, a maior parte movidos por grandes grupos empresariais como as Organizações Rômulo Maiorana e a empreiteira C.R. Almeida. Devido aos processos, o jornalista não pôde viajar para receber, hoje, em Nova Iorque, o Prêmio Internacional da Liberdade de Imprensa, concedido pelo Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ).
O CPJ justificou a escolha do brasileiro afirmando que ele tem "corajosamente informado sobre o tráfico de drogas, a devastação ambiental, e a corrupção política e empresarial na vasta e remota região amazônica brasileira. Fisicamente agredido e ameaçado de morte, ele também enfrenta uma enxurrada de ações civis e criminais com o propósito de silenciá-lo."
Em janeiro deste ano, o jornalista foi à polícia registrar que Ronaldo Maiorana e seus seguranças o espancaram e ameaçaram de morte, enquanto almoçava em um restaurante em Belém. Maiorana é herdeiro do grupo empresarial ORM, integrante da Comissão de Defesa à Liberdade de Imprensa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)/PA e membro da entidade patronal Associação Nacional dos Jornais (ANJ).
A ciberação, que consiste no envio de e-mails de protesto e cobrança para os responsáveis pelos órgãos envolvidos no caso, foi iniciada durante a tarde de ontem e organizada pela Rede de Jornalistas da Amazônia - grupo criado após o I Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, realizado em Santos neste ano, em parceria com a ONG Ecoa.
Segundo o CPJ, Lúcio Flávio Pinto é o único jornalista brasileiro vítima da perseguição implacável de uma empresa jornalística, o grupo ORM, que é um dos financiadores do portal Liberdade de Imprensa, criado em parceria da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e ANJ.
O CPJ justificou a escolha do brasileiro afirmando que ele tem "corajosamente informado sobre o tráfico de drogas, a devastação ambiental, e a corrupção política e empresarial na vasta e remota região amazônica brasileira. Fisicamente agredido e ameaçado de morte, ele também enfrenta uma enxurrada de ações civis e criminais com o propósito de silenciá-lo."
Em janeiro deste ano, o jornalista foi à polícia registrar que Ronaldo Maiorana e seus seguranças o espancaram e ameaçaram de morte, enquanto almoçava em um restaurante em Belém. Maiorana é herdeiro do grupo empresarial ORM, integrante da Comissão de Defesa à Liberdade de Imprensa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)/PA e membro da entidade patronal Associação Nacional dos Jornais (ANJ).
A ciberação, que consiste no envio de e-mails de protesto e cobrança para os responsáveis pelos órgãos envolvidos no caso, foi iniciada durante a tarde de ontem e organizada pela Rede de Jornalistas da Amazônia - grupo criado após o I Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, realizado em Santos neste ano, em parceria com a ONG Ecoa.
Segundo o CPJ, Lúcio Flávio Pinto é o único jornalista brasileiro vítima da perseguição implacável de uma empresa jornalística, o grupo ORM, que é um dos financiadores do portal Liberdade de Imprensa, criado em parceria da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e ANJ.






