Seqüestraram a mídia 1: Guilherme Portanova não quer voltar para São Paulo
Seqüestraram a mídia 1: Guilherme Portanova não quer voltar para São Paulo
Seqüestraram a mídia 1: Guilherme Portanova não quer voltar para São Paulo
Por Otávio Grillo/Redação Portal IMPRENSA
Guilherme Portanova, o jornalista da Globo seqüestrado no último dia 12 e mantido em cativeiro por 24 horas por criminosos do PCC, ainda não voltou às suas atividades normais na emissora. Em conversa por telefone com o Portal IMPRENSA, o jornalista, que ainda está de licença no Rio Grande do Sul, seu Estado natal, contou que estuda a possibilidade de sair de São Paulo. A decisão, entretanto, será tomada em conjunto com a Globo. "Não quero sair da emissora, mas se puder trabalhar em alguma filial em outro Estado não descartarei essa proposta". De férias no litoral, Portanova tem se dirigido constantemente a Porto Alegre por causa de sua família.
Biografia
O jornalista Guilherme Portanova, 30 anos, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já trabalhou na Rádio Gaúcha, TV COM, nas emissoras da RBS em Blumenau, Criciúma e Florianópolis (SC).
De maio a dezembro de 2005, participou do curso de especialização em telejornalismo promovido pela ECA/USP em parceria com a Rede Globo. Portanova foi contratado após o curso, trabalhou no plantão da madrugada e atualmente participa também da equipe de reportagem do SPTV 1, jornal do meio-dia da Globo em São Paulo.
O repórter é conhecido no meio pela sua agilidade em matérias investigativas. Também já realizou várias reportagens com ligação ao crime organizado em São Paulo e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na madrugada de 27 de junho, Portanova e sua equipe já haviam sofrido um assalto em um posto de gasolina na mesma região onde ocorreu o seqüestro. A equipe foi atacada por dois homens em uma moto, armados com uma pistola. Foram roubados a câmera, relógios de pulso e cerca de R$ 100 que estavam com o frentista.






