Rede Gazeta(ES): Empresa é grampeada por engano
Rede Gazeta(ES): Empresa é grampeada por engano
Atualizado em 16/01/2006 às 11:01, por
da Redação.
Rede Gazeta(ES): Empresa é grampeada por engano
O cenário é de filme de comédia e trapalhadas. As conseqüências, idem. A repercussão e as proporções de um erro, porém, parecem chegar a um fim.Tudo começa em março de 2003. A cidade é Vila Velha, no Espírito Santo, e, misteriosamente, o juiz federal Alexandre Martins é encontrado morto a tiros.
Por meio de uma série de investigações, os delegados parecem rastrear um dos possíveis envolvidos no crime.
Em março de 2005, dois delegados da Polícia Civil solicitam uma escuta telefônica e, cinco dias depois, recebem a autorização para realizá-la.
Feita a escuta, chega-se à polêmica: o número suspeito pertenceria à Rede Gazeta, uma das redes de imprensa capixaba mais respeitadas no país.
No entanto, o inquérito policial que apura o caso acaba de concluir, agora em 2006, que houve um erro cometido por um funcionário da operadora Vivo. Ele trocara o número da empresa a ser investigada (9944-6362) pelo da Rede Gazeta (9944-6352).
O delegado Joel Lyrio, responsável pelas investigações, não conseguiu explicar o caso. "Cabe agora ao Ministério Público avaliar se a conduta foi dolosa [com intenção] ou culposa [sem intenção]", afirmou à Folha de S.Paulo .
Conclusão: três anos de investigações, uma empresa acusada por engano e nenhum culpado.






