Profissão de risco: INSI registra acréscimo no número de jornalistas assassinados em 2007
Profissão de risco: INSI registra acréscimo no número de jornalistas assassinados em 2007
Profissão de risco : INSI registra acréscimo no número de jornalistas assassinados em 2007
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado nesta quinta-feira (03/05), despertou muitas manifestações a respeito da profissão de jornalista. Uma delas, divulgada pelo Instituto Internacional para a Segurança da Imprensa (INSI), alerta que o número de jornalistas mortos em todo o mundo é cada vez maior.Segundo o Instituto, no último ano foram registradas 180 mortes de jornalistas e profissionais de comunicação, dos quais 64 foram vítimas de assassinato.
Só nos primeiros quatros meses deste ano, de acordo com a entidade, 52 jornalistas foram mortos, um aumento considerável em relação ao mesmo período de 2006, em que morreram 33.
A região mais perigosa continua a ser o Iraque, onde já morreram 194 profissionais de mídia - em sua maioria, iraquianos - desde a invasão norte-americana em 2003. Países como as Filipinas, o México, o Afeganistão e a Rússia também apresentam altos índices de falta de segurança.
De todos os assassinatos de jornalistas ocorridos nos últimos 365 dias, segundo o INSI, o mais impactante foi o da repórter de investigação russa Anna Politkovskaya, morta em 7 de Outubro de 2006, no elevador do prédio onde residia em Moscovo.
A fim de chamar a atenção para o latente problema da segurança dos jornalistas, o diretor-geral da UNESCO, Koïchiro Matsuura, irá entregar ao filho de Anna Politkovskaya o Prêmio Mundial da Liberdade de Imprensa/Guillermo Cano, em cerimônia a realizar-se hoje, 3 de Maio, em Medellín, na Colômbia.






