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"Operação Hurricane": STJ desmente informações publicadas no Correio Braziliense

"Operação Hurricane": STJ desmente informações publicadas no Correio Braziliense

Atualizado em 19/04/2007 às 12:04, por Nathália Duarte/Redação Portal IMPRENSA.

"Operação Hurricane" : STJ desmente informações publicadas no Correio Braziliense

Por O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) publicou, na noite da última quarta-feira (18), nota que rebate as informações publicadas pelo jornal Correio Braziliense , na matéria "Gravações comprometedoras - Ação de serviço secreto da PF", segundo a qual os ministros Luiz Fux e Carlos Alberto Menezes Direito poderiam estar envolvidos no esquema investigado pela "Operação Hurricane".

Segundo o jornal, gravações da Polícia Federal (PF), em escritórios de advocacia, apontariam para o envolvimento dos ministros. Em uma destas gravações, uma pessoa de nome "Júlio" se apresenta como assessor do "Fucs", que o jornal apontou como o ministro Fux.

De acordo com a nota do STJ, o ministro Luiz Fux nunca teve qualquer assessor com esse nome "Júlio" e, tampouco, interferiu em favor de qualquer processo patrocinado pelo advogado Roberto Algranti, como consta na matéria. Além disso, o comunicado informa que as afirmações envolvendo os ministros "não condizem com a realidade".

Procurado pela reportagem do Portal IMPRENSA, Josemar Gimenes - diretor de Redação do jornal Correio Braziliense - preferiu não falar sobre o assunto.

Leia, abaixo, a nota do STJ na íntegra:

"O Superior Tribunal de Justiça, a propósito da matéria veiculada hoje no Correio Braziliense sob o título "Gravações comprometedoras - Ação de serviço secreto da PF", esclarece:

- As afirmações acerca dos ministros não correspondem à realidade;

- No gabinete do ministro Luiz Fux, não existe e jamais existiu um assessor de nome Júlio. O ministro, tampouco, interferiu em favor do processo patrocinado pelo citado advogado Roberto Algranti;

- O ministro Carlos Alberto Menezes Direito indeferiu liminarmente medida cautelar impetrada pelo advogado Roberto Algranti no dia 24 de outubro de 2006;

- Os ministros Humberto Gomes de Barros e Castro Filho não tiveram qualquer participação no feito."