Investigação: Ministério Público investiga supostas irregularidades em jornal gratuito Destak
Investigação: Ministério Público investiga supostas irregularidades em jornal gratuito Destak
Investigação : Ministério Público investiga supostas irregularidades em jornal gratuito Destak
A pedido da Associação Nacional de Jornais, ANJ, a promotoria do Ministério Público de São Paulo iniciou uma investigação na administração do jornal Destak .De distribuição gratuita na cidade de São Paulo, a publicação, lançada em julho de 2006, alega ter tiragem de 200 mil exemplares - não auditados. Seu modelo foi baseado em um jornal homônimo publicado em Lisboa.
A ANJ levantou a suspeita de irregularidades ao apontar que o Destak pode ser dirigido por estrangeiros; a Constituição Federal diz que empresas jornalísticas devem pertencer e ser geridas por brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. A participação estrangeira é limitada em 30%.
Segundo a Folha de S. Paulo , 70% das ações do Destak pertencem ao empresário naturalizado brasileiro André Jordan. Os outros 30%, a dois grupos portugueses: o Cofina, principal editor de mídia impressa no país; e o Metro News, responsável pela publicação lisboeta.
No conselho administrativo, entretanto, há seis portugueses ligados aos sócios minoritários e apenas um brasileiro; Jordan não está entre os conselheiros. E é aqui que reside a suspeita da ANJ.
O Destak informou que só se pronunciará após prestar os esclarecimentos à promotoria do MP. 





