Fantasma: Abril nega acusações da Band e promete entrar na Justiça
Fantasma: Abril nega acusações da Band e promete entrar na Justiça
Atualizado em 20/04/2007 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Fantasma : Abril nega acusações da Band e promete entrar na Justiça
Nesta semana, depois de mais de um ano, a editora Abril voltou aos noticiários, em razão da venda de 30% de seu capital a um grupo de comunicação sul-africano, chamado Naspers. O fato é que a negociação - avaliada em US$ 422 mi - está sob investigação da Polícia Federal, por supostas irregularidades contratuais.A Band não deixou a investigação passar despercebida. Em exibidas em seus telejornais - e disponíveis em seu - a emissora aponta que a empresa brasileira registrada como responsável pela compra das ações, a MIH Brazil Participações, é uma empresa fantasma.
A denúncias são fundamentadas em documentos, aos quais a reportagem da emissora teve acesso, que mostram que a MIH não tem sede ou funcionários, e leva, ainda ao registro de uma segunda empresa: a Curandéia Participações, que teria três proprietários, sendo que dois deles têm sede internacional: MIH (UBC) Holdings BV e a Myriad Internacional Holdings BV.
Segundo afirma matéria da Band, o capital social da empresa fantasma seria de R$ 878 mil, e o valor utilizado para a compra das ações da Abril ultrapassou os US$ 178 mi, quase R$ 360 mi.
Abril refuta acusações
Em nota enviada à imprensa, a Abril desmente as acusações da Band e promete ir à Justiça para "ressarcimento dos prejuízos decorrentes dessas ofensas".
Leia o comunicado:
"O Grupo Abril esclarece que são totalmente improcedentes e infundadas as acusações e imputações a seu respeito divulgadas pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação. A Abril buscará na Justiça a satisfação desse agravo contra a sua honra e o ressarcimento dos prejuízos decorrentes dessas ofensas. A empresa reitera que tem orgulho de sua independência editorial e credibilidade, e assume plena responsabilidade por tudo o que publica ou divulga. Seu compromisso foi, é e sempre será com o interesse público e a saúde das instituições do Brasil".






