Estatísticas: Banda larga impulsiona o crescimento de assinantes da TV paga no Brasil

Estatísticas: Banda larga impulsiona o crescimento de assinantes da TV paga no Brasil

Atualizado em 28/07/2006 às 11:07, por Portal da Propaganda.

Estatísticas: Banda larga impulsiona o crescimento de assinantes da TV paga no Brasil

Segundo o "Levantamento Setorial Operadoras", da ABTA/SETA, o primeiro trimestre de 2006 fechou com 4,22 milhões de assinantes de TV paga na base, um crescimento de 11% em relação ao mesmo período em 2005 (3,8 milhões de assinantes), e faturamento bruto de R$ 1,3 bilhão (no trimestre). O número de empregos diretos gerados pela indústria no primeiro trimestre foi de 10 mil, o que representou um crescimento de 5,13% em relação ao fechamento de 2005.

O relatório traz também o número de usuários da banda larga no setor, que cresceu 25% entre dezembro de 2005 e março de 2006, tendo aumentado de 629 mil para 789 mil assinantes em todo o Brasil. "Os diferenciais do acesso à internet em banda larga na TV por assinatura são sua estabilidade, agilidade e velocidade na transmissão dos sinais", explica Christopher Torto, presidente do Conselho Diretor da ABTA, em comunicado à imprensa redigido pela Artpresse (www.artpresse.com.br).

"O desenvolvimento da banda larga no setor solidifica a oferta dos serviços convergentes, como a telefonia. A banda larga é a estrada que vem abrigando com sucesso os aplicativos da convergência de tecnologias e, na medida em que o acesso rápido à internet cresce, novas oportunidades podem surgir para a indústria. As oportunidades são inúmeras, como os serviços de videoconferências, segurança, medicina e educação à distância que, em outros países, já é prestado pela indústria de TV por assinatura", acrescenta Alexandre Annenberg, diretor-executivo da ABTA.

Projeções

A partir das novas possibilidades de negócios geradas pela convergência tecnológica, o Pay TV Survey (PTS), o único instituto especializado em levantamento de dados sobre TV paga no Brasil, elaborou um estudo para identificar a provável evolução do setor de TV por assinatura nos próximos anos.

O estudo foi realizado junto às principais operadoras de TV por assinatura e traz projeções do número de assinantes para os próximos cinco anos. As projeções baseiam-se em três diferentes cenários econômicos e tecnológicos: o pessimista (economia recessiva e com inflação alta); o cenário base (que considera as atuais condições da economia brasileira); e o otimista (no qual a evolução do mercado de TV por assinatura é projetada com base em previsões de forte crescimento econômico e inflação baixa).