ABI: Associação participa de ato da Associação Pró-Reunificação Pacífica da China

ABI: Associação participa de ato da Associação Pró-Reunificação Pacífica da China

Atualizado em 13/03/2007 às 17:03, por Fonte: ABI.

ABI: Associação participa de ato da Associação Pró-Reunificação Pacífica da China

A ABI participou na noite de sábado, dia 10, no Hotel Rio Othon, da cerimônia de posse da Associação Pró-Reunificação Pacífica da China no Rio de Janeiro, entidade criada em 2001 com o objetivo de promover e apoiar iniciativas que visem à reunificação, por via de negociação, dos territórios da República Popular da China e de Taiwan. À presidência da Associação foi reconduzida a Senhora Zhan Hui Hua, que iniciou seu quarto mandato, com a duração de dois anos, como os precedentes.

À mesa principal da solenidade tiveram assento o Cônsul-Geral da República Popular da China no Rio, Yan Xiaomin, a Presidente Zhan Hui Hua, o Presidente da ABI, Maurício Azêdo, o Embaixador Francisco de Lima e Silva, ex-chefe da representação diplomática brasileira em Pequim, os Vereadores Rubens de Andrade (PSC) e Sílvia Pontes (PFL) e o Presidente de Honra da Associação Pró-Reunificação, Chiu Ke Yu, um dos fundadores da entidade. Entre os presentes encontrava-se o Professor Raimundo de Oliveira, ex-Presidente do Clube de Engenharia.

Convidado a usar da palavra, o Presidente da ABI leu a seguinte saudação aos membros da Diretoria que tomavam posse:

"Em nome da Associação Brasileira de Imprensa, que se sente honrada com o convite que recebeu para participar desta cerimônia, quero saudar os diretores da Associação Pró-Reunificação Pacífica da China que ora tomam posse e expressar nossos votos de uma gestão fecunda, marcada pelo êxito de iniciativas que visem à consecução dos altos e generosos propósitos que inspiraram a sua criação.

É alentador verificar que os povos da República Popular da China não esmoreceram em sua luta para promover a unificação do território chinês, fracionado por uma guerra civil cujo desfecho remonta a quase 60 anos, quando as forças revolucionárias lideradas por Mao Tse Tung assumiram o controle político do país e implantaram o regime que desde então governa os chineses. Cessadas as animosidades e as práticas belicistas que marcaram a Guerra Fria, acreditam as autoridades chinesas, com apoio de representações de seus cidadãos radicados em diferentes países, como esta criada no Rio de Janeiro, que um processo de negociação poderá conduzir à reunificação do território chinês, sonho de muitos dos que aqui se encontram.

A Associação Brasileira de Imprensa sabe que esse processo, lento, marcado por adversidades de todo tipo, exigirá obstinação e paciência e é preferível a qualquer outro que dependa da violência das armas, com sacrifício de vidas humanas. Seu desfecho não se dará com a rapidez que seria desejável. A China não tem pressa e há-de construir com perseverança e lucidez o caminho da felicidade de seus povos.

Parabéns, senhores diretores."