A musa da Band na Copa: A são-paulina Mariana Ferrão conta os seus planos para a cobertura

A musa da Band na Copa: A são-paulina Mariana Ferrão conta os seus planos para a cobertura

Atualizado em 29/05/2006 às 11:05, por Pedro Venceslau e Rafael Costa e  da redação.

A musa da Band na Copa: A são-paulina Mariana Ferrão conta os seus planos para a cobertura

Por Com a saída de Carlos Nascimento da TV Bandeirantes, a jornalista Mariana Ferrão deixou de ser apenas a moça do tempo e ganhou espaço na emissora. Nos últimos meses, ela divide a bancada com Ricardo Boechat e Joelmir Beting, no "Jornal da Band", além de apresentar sozinha o telejornal aos sábados. No próximo domingo, Mariana embarca para Alemanha, onde será a cara da Band na Copa. Nesta entrevista ao Portal IMPRENSA, a apresentadora comenta a oportunidade de ir à Copa e acredita ser exagerada as comparações com Fátima Bernardes feitas por alguns colunistas no último final de semana.

Portal IMPRENSA - Você vem ganhando cada vez mais espaço na Band. Esse crescimento aconteceu depois da saída do Carlos Nascimento...
Mariana Ferrão -
Foi uma conseqüência natural. Eu estou iniciando a minha carreira e eles, na tentativa de repor a ausência do Nascimento, encontraram uma solução caseira. A Band testou a fórmula de três pessoas na bancada e funcionou.

Portal IMPRENSA - Quando você ficou sabendo que iria para a Copa?
Mariana Ferrão -
Há dois meses.

Portal IMPRENSA - Qual será o seu papel na cobertura?
Mariana Ferrão -
Eu farei reportagens, mas não cobrindo o factual de esportes. Farei matérias sobre comportamento e torcida. Também vou ancorar parte do "Jornal da Band" de lá.

Portal IMPRENSA - Você gosta de futebol?
Mariana Ferrão -
Adoro, mas não entendo muito. Não sou daquele tipo de mulher que não sabe nem o que é um impedimento. Por outro lado, não sou uma especialista, não entendo, por exemplo, de tática.

Portal IMPRENSA - Torce por algum time?
Mariana Ferrão -
Torço pelo São Paulo.

Portal IMPRENSA - O que você acha de ser chamada de "Fátima Bernardes da Band"?
Mariana Ferrão -
Eu levei um susto quando eu li a coluna do Daniel Castro no final de semana. Enfim, eu acho que levar mulheres para a Copa é uma opção pela simpatia. O objetivo é trazer o público feminino para o universo do futebol. De qualquer forma, a Fátima está em outra realidade. Ela já cobriu Copa, tem anos e anos de jornalismo. É muito simpática e competente. Essa é a minha primeira Copa do Mundo, por isso achei a comparação muito exagerada.