Avós da Praça de Maio acusadas de apoiar o governo contra o Clarín
Após os resultados negativos para os exames de DNA realizados com os herdeiros do grupo Clarín, em que ficou evidenciado que eles
Atualizado em 19/07/2011 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após os resultados negativos para os exames de DNA realizados com os herdeiros do grupo Clarín, em que ficou evidenciado que eles não são filhos de desaparecidos políticos, a organização Avós da Praça de Maio é acusada de ser aliada do governo contra o grupo de comunicação, informa o jornal O Globo.
Crédito:Reprodução Avós da Prça de Maio, um movimento que reivindica infomações sobre desaparecidos políticos na Argentina Desde 1992 a ONG insiste em realizar os exames para averiguar se Marcela e Felipe, filhos adotivos da proprietária do grupo, Ernestina Herrera Noble, nasceram em centros clandestinos de tortura, no período da ditadura Argentina, entre a metade da década de 60' e 70'.
Apesar da recusa inicial, o casal de irmãos aceitou realizar os teste a fim de se livrar da insistência da ONG em apontá-los como "roubados" por Noble. Os resultados de compatibilidade genética, comparados aos dados do Banco Nacional de Informações Genéticas, do hospital Durand, deram negativo.
As Avós defendem-se afirmando que nunca estiveram certas sobre o parentesco de Marcela e Felipe. "Nunca dissemos que eram filhos de desaparecidos, mas que podiam ser. Nós não temos que pedir desculpas quem deve pedir desculpas é o Estado terrorista", afirmou a presidente da ONG, Estela de Carlotto.
Carlotto nega que as Avós tenham sido usados pela Casa Rosada (o equivalente ao Palácio do Planalto, na Argentina) em sua guerra contra o jornal. "Com as avós, não (se meta), Clarín", disse Carlotto.
A comparação das informações genéticas dos herdeiros do Clarín não terminou e resta sua submissão a outra bateria de análises com outros bancos de dados contendo DNA de desaparecidos polítios.
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Crédito:Reprodução Avós da Prça de Maio, um movimento que reivindica infomações sobre desaparecidos políticos na Argentina Desde 1992 a ONG insiste em realizar os exames para averiguar se Marcela e Felipe, filhos adotivos da proprietária do grupo, Ernestina Herrera Noble, nasceram em centros clandestinos de tortura, no período da ditadura Argentina, entre a metade da década de 60' e 70'.
Apesar da recusa inicial, o casal de irmãos aceitou realizar os teste a fim de se livrar da insistência da ONG em apontá-los como "roubados" por Noble. Os resultados de compatibilidade genética, comparados aos dados do Banco Nacional de Informações Genéticas, do hospital Durand, deram negativo.
As Avós defendem-se afirmando que nunca estiveram certas sobre o parentesco de Marcela e Felipe. "Nunca dissemos que eram filhos de desaparecidos, mas que podiam ser. Nós não temos que pedir desculpas quem deve pedir desculpas é o Estado terrorista", afirmou a presidente da ONG, Estela de Carlotto.
Carlotto nega que as Avós tenham sido usados pela Casa Rosada (o equivalente ao Palácio do Planalto, na Argentina) em sua guerra contra o jornal. "Com as avós, não (se meta), Clarín", disse Carlotto.
A comparação das informações genéticas dos herdeiros do Clarín não terminou e resta sua submissão a outra bateria de análises com outros bancos de dados contendo DNA de desaparecidos polítios.
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