Avião que levava equipe da Televisão Nacional do Chile cai no mar
Um avião CASA C-212, com 21 pessoas, caiu, no final da tarde da última sexta-feira (2), no mar no arquipélago de Juan Fernández, a 670 quilômetros do litoral central do Chile, informa o jornal Emol .
Atualizado em 03/09/2011 às 12:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A bordo da aeronave estavam o apresentador Felipe Camiroaga, considerado um dos mais populares da TV chilena, uma equipe da TV Nacional do Chile (emissora na qual Camiroaga trabalhava), o empresário filantropo Felipe Cubillos, apoiador da ONG "Desafío Levantemos Chile", criada para ajudar no financiamento dos trabalhos de reconstrução após o terremoto de fevereiro de 2010, outros membros da ONG e integrantes da força aérea do país.
A Força Aérea chilena explica que perdeu o contato com o avião por volta das 17h48 da última sexta. Segundo testemunhas, a aeronave fez duas manobras de aproximação com a pista de aterrissagem - que tem pouco mais de 1 km de comprimento - e depois desapareceu atrás de uma colina.
Pouco antes do desaparecimento, o empresário Felipe Cullos havia postado uma mensagem no Twitter, que dizia: "Viajando agora a Juan Fernández com o apoio de nossa Força Aérea. Seguimos trabalhando para ajudar o povo da ilha". Já a equipe da TV Nacional faria uma matéria sobre o trabalho de recuperação da área após o terremoto do ano passado.
Crédito:Divulgação Felipe Camiroaga
O acidente causou comoção entre os cidadãos do Chile. Diversos fãs de Felipe Camiroaga estão em frente à sede da Televisão Nacional do Chile acendendo velas em homenagem ao apresentador.
Resgate
Neste sábado (03), equipes de resgate começaram um intenso trabalho para tentar localizar o avião. Foram destacados aviões e embarcações para percorrer a área em que provavelmente a aeronave caiu. Moradores do arquipélago também estão auxiliando as buscas.
Até o início da tarde, quatro corpos já haviam sido encontrados, dois homens e duas mulheres que, de acordo com o secretário-geral da Força Aérea do Chile, general Maximiliano Larraechea, a identificação dos corpos será feita no continente, a menos que estejam em condições de serem reconhecidos sem nenhuma dúvida.
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