Autoridades israelenses prolongam prisão de jornalista acusado de terrorismo
Israel decidiu estender por mais três meses a detenção do jornalista Omar Nazzal, 54, diretor do Sindicato dos Jornalistas Palestinos, por suspeita de envolvimento com uma "organização terrorista".
Atualizado em 22/08/2016 às 13:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Não há processos formais contra ele.
Crédito:Reprodução Jornalista foi detido por suposta ligação com a Frente Popular de Libertação da Palestina
De acordo com a AFP, Nazzal foi preso em 23 de abril, na fronteira entre Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel, e a Jordânia, antes de embarcar em um avião para ir a um congresso da Federação Europeia de Jornalistas na Bósnia.
Para os palestinos, a medida das autoridades israelenses representa um novo ataque à liberdade de imprensa. Diversas organizações internacionais pediram a libertação do profissional, que está em greve de fome desde o dia 4 deste mês.
Um tribunal militar de Israel havia determinado que a detenção administrativa de Nazzal fosse até esta segunda-feira (22/8) "por causa de sua participação em uma organização terrorista", referindo-se à Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).
No último sábado (20/8), porém, os advogados do profissional foram informados de que a prisão dele será prorrogada por três meses.
Crédito:Reprodução Jornalista foi detido por suposta ligação com a Frente Popular de Libertação da Palestina
De acordo com a AFP, Nazzal foi preso em 23 de abril, na fronteira entre Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel, e a Jordânia, antes de embarcar em um avião para ir a um congresso da Federação Europeia de Jornalistas na Bósnia.
Para os palestinos, a medida das autoridades israelenses representa um novo ataque à liberdade de imprensa. Diversas organizações internacionais pediram a libertação do profissional, que está em greve de fome desde o dia 4 deste mês.
Um tribunal militar de Israel havia determinado que a detenção administrativa de Nazzal fosse até esta segunda-feira (22/8) "por causa de sua participação em uma organização terrorista", referindo-se à Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).
No último sábado (20/8), porém, os advogados do profissional foram informados de que a prisão dele será prorrogada por três meses.





