Autoridades do Catar pedem desculpas a equipe de reportagem impedida de trabalhar
O Comitê Supremo do Catar pediu desculpas formais à equipe de reportagem da emissora dinamarquesa TV2, que foi ameaçada nesta terça-feira (1
Atualizado em 16/11/2022 às 18:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
5 nov/22) por agentes de segurança do país, enquanto fazia uma entrada ao vivo para a cobertura da Copa do Mundo de futebol, que começa neste domingo (20 nov/22).
O repórter Rasmus Tantholdt e o cinegrafista da TV2 que o acompanhava foram ameaçados por oficiais que se aproximaram em um carrinho de golfe. Os agentes de segurança impediram o prosseguimento da entrada ao vivo e ameaçaram destruir a câmera da equipe. Crédito: Reprodução O repórter dinamarquês Rasmus Tantholdt (à dir) teve que interromper entrada ao vivo por determinação de oficiais do Catar Rasmus apresentou as credenciais para a Copa do Mundo e a licença para filmar. Mesmo assim os agentes exigiram que o sinal fosse interrompido e colocaram a mão na frente da lente da câmera.
O jornalista reagiu perguntando o motivo da proibição do trabalho da imprensa em um local público. "Você quer quebrar a câmera? Vá em frente. Vocês estão nos ameaçando”, advertiu Rasmus.
A realização da Copa do Mundo no Catar tem gerado inúmeras críticas à Fifa por conta das leis anti-LGBTQIA+ do país e pelo elevado número de trabalhadores que teriam morrido nas obras do evento.
O repórter Rasmus Tantholdt e o cinegrafista da TV2 que o acompanhava foram ameaçados por oficiais que se aproximaram em um carrinho de golfe. Os agentes de segurança impediram o prosseguimento da entrada ao vivo e ameaçaram destruir a câmera da equipe. Crédito: Reprodução O repórter dinamarquês Rasmus Tantholdt (à dir) teve que interromper entrada ao vivo por determinação de oficiais do Catar Rasmus apresentou as credenciais para a Copa do Mundo e a licença para filmar. Mesmo assim os agentes exigiram que o sinal fosse interrompido e colocaram a mão na frente da lente da câmera.
O jornalista reagiu perguntando o motivo da proibição do trabalho da imprensa em um local público. "Você quer quebrar a câmera? Vá em frente. Vocês estão nos ameaçando”, advertiu Rasmus.
A realização da Copa do Mundo no Catar tem gerado inúmeras críticas à Fifa por conta das leis anti-LGBTQIA+ do país e pelo elevado número de trabalhadores que teriam morrido nas obras do evento.





