Autores de ataques racistas contra Maria Júlia Coutinho buscavam fama, diz promotor
Em entrevista ao programa "Estúdio i", da GloboNews, na última segunda-feira (14/12), o promotor Christiano Jorge dos Santos afirmou que os internautas que promoveram ataques racistas contra a jornalista queriam reconhecimento e fama na internet.
Atualizado em 15/12/2015 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
i", da GloboNews, na última segunda-feira (14/12), o promotor Christiano Jorge dos Santos afirmou que os internautas que promoveram ataques racistas contra a jornalista queriam reconhecimento e fama na internet.
Crédito:Reprodução Ataques contra a jornalista seriam forma de internautas ganharem fama
"Em vez de buscar reconhecimento através do trabalho, do empenho, de algo positivo, estão buscando pela prática criminosa, o que para eles resulta na possibilidade de serem processados criminalmente. Se condenados, vão ficar como reincidentes. Estão sujeitos a consequências penais", observou.
As penas variam conforme a atuação dos internautas. Eles podem responder pelos crimes de racismo e injúria qualificada pelas ofensas à honra da jornalista. Em alguns casos, por organização criminosa e por corrupção de menores.
"Eles não vão ficar navegando nesse oceano de impunidade. Eles estão sujeitos a ser alcançados, mesmo quando usaram perfis falsos. Nós temos condições de chegar a eles e de responsabilizá-los criminalmente", completou.
Na última quinta-feira (10/12), uma operação do Ministério Público de São Paulo em oito estados localizou suspeitos das ofensas e identificou um grupo criado no Amazonas que pode ter envolvimento no caso.
Crédito:Reprodução Ataques contra a jornalista seriam forma de internautas ganharem fama
"Em vez de buscar reconhecimento através do trabalho, do empenho, de algo positivo, estão buscando pela prática criminosa, o que para eles resulta na possibilidade de serem processados criminalmente. Se condenados, vão ficar como reincidentes. Estão sujeitos a consequências penais", observou.
As penas variam conforme a atuação dos internautas. Eles podem responder pelos crimes de racismo e injúria qualificada pelas ofensas à honra da jornalista. Em alguns casos, por organização criminosa e por corrupção de menores.
"Eles não vão ficar navegando nesse oceano de impunidade. Eles estão sujeitos a ser alcançados, mesmo quando usaram perfis falsos. Nós temos condições de chegar a eles e de responsabilizá-los criminalmente", completou.
Na última quinta-feira (10/12), uma operação do Ministério Público de São Paulo em oito estados localizou suspeitos das ofensas e identificou um grupo criado no Amazonas que pode ter envolvimento no caso.





