Ato de leitura da carta pela democracia conta com presença de jornalistas e entidades
Além de estar sendo acompanhado por cerca de 200 jornalistas de veículos nacionais e internacionais, o evento para leitura da carta pela Democracia, realizado nesta quinta-feira (11), na Faculdade de Direito da USP, conta com a presença de jornalistas de várias gerações e de diferentes entidades representativas da imprensa.
Atualizado em 11/08/2022 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), por exemplo, organizou uma comitiva que partiu de sua sede na rua Rego Freitas, a poucos quilômetros do Largo de São Francisco, onde fica a Faculdade de Direito da USP, para acompanhar a cerimônia de leitura presencialmente. Crédito:Reprodução Twitter/SJSP Jornalistas do SJSP partem em comitiva rumo à cerimônia A carta pela democracia teve adesão de mais de 900 mil pessoas até esta quinta-feira (10), incluindo ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), banqueiros e candidatos à Presidência.
Com abertura a cargo do reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti, sua cerimônia de leitura conta com 15 oradores, incluindo o professor da FGV Direito SP Oscar Vilhena Vieira, que integra o comitê que articulou o manifesto, e o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga.
Empresários e entidades
Elaborada por iniciativa da Faculdade de Direito da USP, a carta foi batizada de “Manifestação em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito Sempre”.
Também está sendo lido no evento desta quinta-feira o manifesto “Em Defesa da Democracia e da Justiça”, que foi capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e teve a adesão de 107 entidades. Crédito:Celso Tavares/g1
Fachada da Faculdade de Direito da USP Além de empresários como Horácio Lafer Piva, da Klabin, e Enilson Simões, do Sindbast (Sindicato dos Empregados em Centrais de Abastecimento de Alimentos de SP), estão previstos discursos de representantes de organizações sindicais, sociais e de direitos humanos, como Comissão Arns, CUT (Central Única dos Trabalhadores), Frente Brasil Popular, Frente Povo sem Medo e Coalizão Negra por Direitos. Também estão representadas na cerimônia UNE (União Nacional dos Estudantes) e OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo). O documento critica atitudes recorrentes do presidente Jair Bolsonaro, em especial suas tentativas de deslegitimar o sistema eleitoral. O presidente reagiu classificando o manifesto como "cartinha" e seus signatários como "pessoas sem caráter".
O dia 11 de agosto foi escolhido para leitura da carta basicamente por dois motivos. Nesse dia foi criado o primeiro curso de direito no Brasil e foi realizada uma grande passeata contra Fernando Collor de Mello, presidente do Brasil que sofreu impeachment em 1992.





