Ativistas apoiam jornalista detida por divulgar documentos sobre guerra na Bósnia
Centenas de ativistas manifestaram apoio à jornalista francesa Florence Hartmann, antiga porta-voz da procuradora do Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia (TPI-J), presa na semana passada horas antes do anúncio do julgamento contra a ex-líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic.
Atualizado em 29/03/2016 às 16:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
à jornalista francesa , antiga porta-voz da procuradora do Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia (TPI-J), presa na semana passada horas antes do anúncio do julgamento contra a ex-líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista divulgou documentos sobre participação da Sérvia em guerra na Bósnia
A ex-correspondente do Le Monde divulgou documentos confidenciais que mostravam o suposto envolvimento da Sérvia na guerra da Bósnia, ocorrida entre 1992 e 1995 — e que deixou 200 mil mortos e 1,8 milhões de desabrigados. Ela foi detida pelos serviços de segurança da ONU e levada para o interior do edifício.
Segundo o portal Transitions Online, em 2009, ela foi condenada a pagar 7 mil euros por desacato após publicar as informações no livro "Paz e Castigo", editado pela Flammarion em 2007. A jornalista, entretanto, se recusou a pagar a multa.
Os juízes decidiram condená-la a sete dias de prisão e pediram às autoridades francesas que a detivessem e enviassem para Haia, na Holanda. A medida, porém, foi rejeitada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista divulgou documentos sobre participação da Sérvia em guerra na Bósnia
A ex-correspondente do Le Monde divulgou documentos confidenciais que mostravam o suposto envolvimento da Sérvia na guerra da Bósnia, ocorrida entre 1992 e 1995 — e que deixou 200 mil mortos e 1,8 milhões de desabrigados. Ela foi detida pelos serviços de segurança da ONU e levada para o interior do edifício.
Segundo o portal Transitions Online, em 2009, ela foi condenada a pagar 7 mil euros por desacato após publicar as informações no livro "Paz e Castigo", editado pela Flammarion em 2007. A jornalista, entretanto, se recusou a pagar a multa.
Os juízes decidiram condená-la a sete dias de prisão e pediram às autoridades francesas que a detivessem e enviassem para Haia, na Holanda. A medida, porém, foi rejeitada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.





