Atentado com carro-bomba mata sete funcionários de TV no Afeganistão
Sete funcionários da emissora afegã Tolo News morreram após um carro-bomba atingir um micro-ônibus que transportava os jornalistas do canal,
Atualizado em 21/01/2016 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Sete funcionários da emissora afegã Tolo News morreram após um carro-bomba atingir um micro-ônibus que transportava os do canal, na última quinta-feira (20/1), em Cabul, capital do país.
Crédito:Reprodução Atentado contra emissora deixou sete pessoas mortas no Afeganistão
De acordo com a Reuters, o Taleban ameaçou o veículo no ano passado após a divulgação de que o grupo cometeu estupros e realizou execuções sumárias, sequestros e outros abusos durante sua ofensiva em Kunduz.
O movimento fundamentalista, que luta para derrubar o governo de Cabul e reimpor a sharia (lei islâmica) no país, assumiu a autoria do episódio e fez novas ameaças. "Se a emissora não parar com suas diabólicas atividades este não será o último ataque contra eles”, declarou Zabihullah Mujahid, um porta-voz do Taleban.
A Tolo News é um dos veículos mais ativos no Afeganistão. O país ocupa a 122.ª posição, em uma lista de 180 países, do Índice de Liberdade de Imprensa Mundial, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).
Crédito:Reprodução Atentado contra emissora deixou sete pessoas mortas no Afeganistão
De acordo com a Reuters, o Taleban ameaçou o veículo no ano passado após a divulgação de que o grupo cometeu estupros e realizou execuções sumárias, sequestros e outros abusos durante sua ofensiva em Kunduz.
O movimento fundamentalista, que luta para derrubar o governo de Cabul e reimpor a sharia (lei islâmica) no país, assumiu a autoria do episódio e fez novas ameaças. "Se a emissora não parar com suas diabólicas atividades este não será o último ataque contra eles”, declarou Zabihullah Mujahid, um porta-voz do Taleban.
A Tolo News é um dos veículos mais ativos no Afeganistão. O país ocupa a 122.ª posição, em uma lista de 180 países, do Índice de Liberdade de Imprensa Mundial, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).





