Atentado ao Correio Popular leva Andinho para o regime diferenciado
Atentado ao Correio Popular leva Andinho para o regime diferenciado
Atentado ao Correio Popular leva Andinho para o regime diferenciado
O presidiário Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho - apontado como co-autor no assassinato do prefeito de Campinas Toninho do PT, em setembro de 2001 - ficará internado por 90 dias no regime disciplinar diferenciado (RDD) pela participação no atentado contra a sede da Rede Anhanguera de Comunicação, em Campinas (SP).
Segundo a Agência Estado, no RDD o preso fica em uma cela individual, tem banho de sol limitado a duas horas por dia e direito a receber apenas duas visitas por semana.
No dia 21 de janeiro, duas granadas foram lançadas contra o prédio da empresa, que pública os jornais Correio Popular, Diário do Povo, Já Noticias, Gazetas do Cambui, Ribeirão e Piracicaba e o portal Cosmo On Line . Não houve feridos, pois as granadas não explodiram.
A transferência foi obtida nesta sexta-feira (03), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). De acordo com a polícia, há suspeita de que o atentado foi uma represália contra a publicação, pelos veículos da rede, do casamento de Luciene e Andinho, que ocorreria no inicio de fevereiro no presídio de Presidente Venceslau, interior de São Paulo. Cinco pessoas envolvidas nos atentados foram presas.
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