Ataques contra jornalistas aumentaram no governo Peña Nieto no México, aponta ONG
ONG registrou uma média de 328 agressões por ano em 2013 e 2014
Atualizado em 25/03/2015 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
As ameaças e agressões contra jornalistas, incluindo homicídios, aumentaram nos dois primeiros anos de governo do presidente mexicano Enrique Peña Nieto em comparação à gestão do antecessor, Felipe Calderon, informou a ONG Artigo 19 na última terça-feira (24/3).
Crédito:Divulgação Entidade relata aumento de violência contra a imprensa no governo de Enrique Peña Nieto
Segundo a Reuters, um relatório elaborado pela entidade aponta que houve uma média de 328 agressões por ano contra profissionais de imprensa em 2013 e 2014, dois primeiros anos de Nieto no cargo. Em contrapartida, foram registrados cerca de 182 casos durante o mandato de Calderon.
De acordo com o levantamento, as hostilidades denunciadas englobam desde intimidações até ataques físicos, incluindo assassinatos. No ano passado, o grupo registrou 142 ataques físicos e seis mortes.
"As agressões contra a imprensa têm aumentado de forma sustentada, e o que podemos deduzir é que existe violência generalizada", ponderou Dario Ramirez, diretor do Artigo 19 no México e América Central.
O relatório foi publicado dias depois de a jornalista Carmen Aristegui revelar o escândalo sobre a compra de uma mansão feita pela primeira-dama Angélica Rivera. Ela foi demitida da MVS Radio e levantou um debate sobre a liberdade de expressão no país.
Crédito:Divulgação Entidade relata aumento de violência contra a imprensa no governo de Enrique Peña Nieto
Segundo a Reuters, um relatório elaborado pela entidade aponta que houve uma média de 328 agressões por ano contra profissionais de imprensa em 2013 e 2014, dois primeiros anos de Nieto no cargo. Em contrapartida, foram registrados cerca de 182 casos durante o mandato de Calderon.
De acordo com o levantamento, as hostilidades denunciadas englobam desde intimidações até ataques físicos, incluindo assassinatos. No ano passado, o grupo registrou 142 ataques físicos e seis mortes.
"As agressões contra a imprensa têm aumentado de forma sustentada, e o que podemos deduzir é que existe violência generalizada", ponderou Dario Ramirez, diretor do Artigo 19 no México e América Central.
O relatório foi publicado dias depois de a jornalista Carmen Aristegui revelar o escândalo sobre a compra de uma mansão feita pela primeira-dama Angélica Rivera. Ela foi demitida da MVS Radio e levantou um debate sobre a liberdade de expressão no país.





