Associados da ANJ são recomendados a notificar sites agregadores de conteúdo
Associados da ANJ são recomendados a notificar sites agregadores de conteúdo
Atualizado em 06/04/2011 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) divulgou uma orientação aos seus associados para que notifiquem, extra-judicialmente, sites comerciais ou agregadores de conteúdo que utilizam material jornalístico sem a devida remuneração para quem o produziu, informou a Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (6).
A iniciativa não limitaria o uso em blogs ou redes sociais, apenas para sites que obtenham lucro com o material agregado de outras produtoras de conteúdo. Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ explica: "Precisamos lembrar que as informações apropriadas por esses sites foram produzidas por empresas que investiram para produzir informação de qualidade, e isso não pode ser usado sem a devida remuneração".
A notificação pode ser feita por reprodução ilegal de textos fotos e ilustrações. Uma vez que o veículo é informado, ele deve retirar do ar imediatamente ou então 48 horas para consultar a política de preços dos veículos. "Nossa iniciativa é uma tentativa de provocar um acordo", diz Pedreira. Ainda segundo o diretor executivo da ANJ, caso não haja acordo entre as partes é recomendado que se procure resolver por meio da Justiça.
Leia Mais

A iniciativa não limitaria o uso em blogs ou redes sociais, apenas para sites que obtenham lucro com o material agregado de outras produtoras de conteúdo. Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ explica: "Precisamos lembrar que as informações apropriadas por esses sites foram produzidas por empresas que investiram para produzir informação de qualidade, e isso não pode ser usado sem a devida remuneração".
A notificação pode ser feita por reprodução ilegal de textos fotos e ilustrações. Uma vez que o veículo é informado, ele deve retirar do ar imediatamente ou então 48 horas para consultar a política de preços dos veículos. "Nossa iniciativa é uma tentativa de provocar um acordo", diz Pedreira. Ainda segundo o diretor executivo da ANJ, caso não haja acordo entre as partes é recomendado que se procure resolver por meio da Justiça.
Leia Mais






