Associações repudiam ações judiciais contra jornal do Espírito Santo
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgaram nota, na última quarta-feira (22/3), na qual repudiam ações judiciais de policiais militares contra o jornal A Gazeta, do Espírito Santo.
Atualizado em 23/03/2017 às 16:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução site
Segundo o Estadão, o alvo das ações contra o diário é uma charge publicada em 18 de fevereiro. A tirinha, de autoria do chargista Amarildo, mostrava dois homens, um parecendo bandido e outro vestido de policial. O primeiro pede calma e diz que na verdade é um policial fantasiado de bandido, e o segundo responde que é um bandido fantasiado de policial e anuncia um assalto.
Ao todo são cinco ações civis por danos morais contra o jornal e o chargista com pedido de indenização de até 40 salários mínimos, de acordo com reportagem do Estadão. As ações pedem ainda a retirada de circulação da charge e de todos os veículos de comunicação da Rede Gazeta.
Para a Abert, Aner e ANJ, o objetivo das ações na Justiça é constranger o trabalho jornalístico e ameaçar a liberdade de imprensa e o livre exercício do jornalismo. “A ABERT, a ANER e a ANJ respeitam o direito de ação por parte de quem se sentir ofendido ou lesado, mas repudiam o abuso no exercício de tal prerrogativa com o intuito de impedir a liberdade de expressão e o livre exercício do jornalismo", diz a nota.
Leia a íntegra da nota .
Segundo o Estadão, o alvo das ações contra o diário é uma charge publicada em 18 de fevereiro. A tirinha, de autoria do chargista Amarildo, mostrava dois homens, um parecendo bandido e outro vestido de policial. O primeiro pede calma e diz que na verdade é um policial fantasiado de bandido, e o segundo responde que é um bandido fantasiado de policial e anuncia um assalto. Ao todo são cinco ações civis por danos morais contra o jornal e o chargista com pedido de indenização de até 40 salários mínimos, de acordo com reportagem do Estadão. As ações pedem ainda a retirada de circulação da charge e de todos os veículos de comunicação da Rede Gazeta.
Para a Abert, Aner e ANJ, o objetivo das ações na Justiça é constranger o trabalho jornalístico e ameaçar a liberdade de imprensa e o livre exercício do jornalismo. “A ABERT, a ANER e a ANJ respeitam o direito de ação por parte de quem se sentir ofendido ou lesado, mas repudiam o abuso no exercício de tal prerrogativa com o intuito de impedir a liberdade de expressão e o livre exercício do jornalismo", diz a nota.
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