Associações da PM classificam como "irresponsável" simulação de tráfico da TVCA
Três associações da Polícia Militar classificaram como "irresponsável" a atitude da TV Centro América, afiliada da Rede Globo no M
Atualizado em 15/10/2015 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Três associações da Polícia Militar classificaram como "irresponsável" a atitude da , afiliada da Rede Globo no Mato Grosso, que forjou uma ação de tráfico de drogas para testar a segurança na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, na região de Cáceres (MT).
Crédito:Reprodução Entidades da PM criticaram reportagem da emissora sobre fiscalização na fronteira
Na última segunda-feira (12/10), o repórter Alex Barbosa e outros três funcionários da emissora foram presos acusados por transportar no carro da reportagem 232 kg de substância análoga à cocaína. Porém, um teste químico apontou que não se tratava da droga e os profissionais foram libertados no dia seguinte.
De acordo com o jornal O Documento , a nota de repúdio foi assinada por Associações representativas de classe dos Oficiais (Assof), dos Subtenentes e Sargentos (Assoade) e dos Cabos e Soldados (ACS) da PM e dos Bombeiros.
“As associações vêm a público repudiar a reportagem irresponsável e descomprometida que os jornalistas da Rede Globo de Televisão tentaram realizar na região de fronteira do Estado de Mato Grosso com a Bolívia. Não se pode admitir que o erro agora cometido vá calar a constatação da eficiência policial diante dos bandidos de fato e dos bandidos de araque que, igualmente, nos ameaçam”, diz um trecho do texto.
As entidades argumentaram que a atuação jornalística foi substituída "por uma tentativa de desacreditar os órgãos policiais, com pretenso ‘desvio’ de conduta”. Também solicitaram que a TVCA veicule uma matéria sobre a prisão dos integrantes da equipe de reportagem. "Não se pode admitir que o erro agora cometido vá calar a constatação da eficiência policial diante dos bandidos de fato e dos bandidos de araque que, igualmente, nos ameaçam”, completaram.
Assista a reportagem no .
Crédito:Reprodução Entidades da PM criticaram reportagem da emissora sobre fiscalização na fronteira
Na última segunda-feira (12/10), o repórter Alex Barbosa e outros três funcionários da emissora foram presos acusados por transportar no carro da reportagem 232 kg de substância análoga à cocaína. Porém, um teste químico apontou que não se tratava da droga e os profissionais foram libertados no dia seguinte.
De acordo com o jornal O Documento , a nota de repúdio foi assinada por Associações representativas de classe dos Oficiais (Assof), dos Subtenentes e Sargentos (Assoade) e dos Cabos e Soldados (ACS) da PM e dos Bombeiros.
“As associações vêm a público repudiar a reportagem irresponsável e descomprometida que os jornalistas da Rede Globo de Televisão tentaram realizar na região de fronteira do Estado de Mato Grosso com a Bolívia. Não se pode admitir que o erro agora cometido vá calar a constatação da eficiência policial diante dos bandidos de fato e dos bandidos de araque que, igualmente, nos ameaçam”, diz um trecho do texto.
As entidades argumentaram que a atuação jornalística foi substituída "por uma tentativa de desacreditar os órgãos policiais, com pretenso ‘desvio’ de conduta”. Também solicitaram que a TVCA veicule uma matéria sobre a prisão dos integrantes da equipe de reportagem. "Não se pode admitir que o erro agora cometido vá calar a constatação da eficiência policial diante dos bandidos de fato e dos bandidos de araque que, igualmente, nos ameaçam”, completaram.
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