Associação Brasileira de Televisão por Assinatura quer participar do PNBL
A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura deseja participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Atualizado em 02/08/2011 às 15:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Segundo o presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, "O segmento de TV a cabo pode ser determinante para a massificação da banda larga".
Criado no final de 2009 porém oficializado em junho deste ano, o PNBL visa ampliar o acesso da população à internet e aprimorar a capacidade de infraestrutura do país em telecomunicações. Operadoras como a TIM, a Telefônica e a OI já fecharam contrato com o governo para atuar no Plano.
Além da participação, a ABTA pede que a regulamentação do novo sistema seja mais flexível, possibilitando que as empresas tenham maior liberdade ao criar e experimentar novos modelos de mercado. Regidas pela Agência Nacional de Comunicações (Anatel) atualmente, as regras estipulam níveis de qualidade de serviços e atendimento para as empresas, que inclusive podem sofrer sanções se ficarem abaixo da média.
Neste ano, o setor de televisão paga no Brasil prevê alta de até 18,7% no faturamento, chegando a 14,6 bilhões de reais. Até o momento, nos primeiros seis meses, o segmento somou 7,1 bilhões de reais.
As informações são da .
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Criado no final de 2009 porém oficializado em junho deste ano, o PNBL visa ampliar o acesso da população à internet e aprimorar a capacidade de infraestrutura do país em telecomunicações. Operadoras como a TIM, a Telefônica e a OI já fecharam contrato com o governo para atuar no Plano.
Além da participação, a ABTA pede que a regulamentação do novo sistema seja mais flexível, possibilitando que as empresas tenham maior liberdade ao criar e experimentar novos modelos de mercado. Regidas pela Agência Nacional de Comunicações (Anatel) atualmente, as regras estipulam níveis de qualidade de serviços e atendimento para as empresas, que inclusive podem sofrer sanções se ficarem abaixo da média.
Neste ano, o setor de televisão paga no Brasil prevê alta de até 18,7% no faturamento, chegando a 14,6 bilhões de reais. Até o momento, nos primeiros seis meses, o segmento somou 7,1 bilhões de reais.
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