Assessor desmente ter sido ameaçado de morte pelo treinador do Guaratinguetá
Antônio Boaventura registrou Boletim de Ocorrência no 31º DP de São Paulo
Atualizado em 07/04/2015 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Atualizada às 18h10
Na última segunda-feira (6/4), a rádio CBN de Campinas e o site Futebol interior divulgaram que o treinador do Guaratinguetá, João Marcos Rodrigues dos Santos, conhecido como João Telê, teria tentado matar com uma faca o seu assessor de imprensa, o jornalista Antônio Boaventura. A ação teria ocorrido após a repercussão negativa na mídia sobre o trabalho dele no clube.
Crédito:Reprodução/Facebook Treinador manteve assessor de imprensa em cárcere privado por dois dias
De acordo com a rádio CBN de Campinas, Santos, que não possui vínculo com o Sindicato dos Treinadores de Futebol de São Paulo, teria mantido Boaventura em cárcere privado por dois dias, fazendo uma série de ameaças ao jornalista.
As ameaças teriam sido feitas após a divulgação de matérias na imprensa sobre o "péssimo trabalho" que ele realiza como treinador e o fato de ter pago R$ 200 mil a dirigentes da Portuguesa para que seu filho, Marcos Vinícius, fosse contratado pelo time em 2014.
À IMPRENSA, Boaventura negou que o caso tenha sido tão grave como divulgado pela imprensa e alegou que os veículos fizeram sensacionalismo sobre o ocorrido. Ele ainda enviou uma nota oficial com sua versão do fato:
"Quero esclarecer que o incidente ocorrido entre o profissional de futebol João Marcos Rodrigues dos Santos, conhecido como João Telê, e o jornalista Antônio Boaventura, o qual exercia a função de assessor de imprensa do Guaratinguetá Futebol Ltda., não passou de um mero desentendimento em função de inúmeras situações que não convém ao caso.
Deixo bem claro que existe um grande sensacionalismo ao tratar deste assunto extremamente delicado. Em nenhum momento houve o cárcere privado de dois dias, até por que estávamos em reunião para discutir assuntos relacionados ao clube de futebol destacado num período superior a duas horas.
Também quero ressaltar que esta situação está sendo solucionada de forma diplomática e amigável para que possamos seguir exercendo com extrema tranquilidade nossas funções profissionais, além de valorizar princípios como educação, respeito e consideração, dos quais considero essenciais em uma relação como essa por parte do senhor João Marcos Rodrigues dos Santos para comigo".
Na última segunda-feira (6/4), a rádio CBN de Campinas e o site Futebol interior divulgaram que o treinador do Guaratinguetá, João Marcos Rodrigues dos Santos, conhecido como João Telê, teria tentado matar com uma faca o seu assessor de imprensa, o jornalista Antônio Boaventura. A ação teria ocorrido após a repercussão negativa na mídia sobre o trabalho dele no clube.
Crédito:Reprodução/Facebook Treinador manteve assessor de imprensa em cárcere privado por dois dias
De acordo com a rádio CBN de Campinas, Santos, que não possui vínculo com o Sindicato dos Treinadores de Futebol de São Paulo, teria mantido Boaventura em cárcere privado por dois dias, fazendo uma série de ameaças ao jornalista.
As ameaças teriam sido feitas após a divulgação de matérias na imprensa sobre o "péssimo trabalho" que ele realiza como treinador e o fato de ter pago R$ 200 mil a dirigentes da Portuguesa para que seu filho, Marcos Vinícius, fosse contratado pelo time em 2014.
À IMPRENSA, Boaventura negou que o caso tenha sido tão grave como divulgado pela imprensa e alegou que os veículos fizeram sensacionalismo sobre o ocorrido. Ele ainda enviou uma nota oficial com sua versão do fato:
"Quero esclarecer que o incidente ocorrido entre o profissional de futebol João Marcos Rodrigues dos Santos, conhecido como João Telê, e o jornalista Antônio Boaventura, o qual exercia a função de assessor de imprensa do Guaratinguetá Futebol Ltda., não passou de um mero desentendimento em função de inúmeras situações que não convém ao caso.
Deixo bem claro que existe um grande sensacionalismo ao tratar deste assunto extremamente delicado. Em nenhum momento houve o cárcere privado de dois dias, até por que estávamos em reunião para discutir assuntos relacionados ao clube de futebol destacado num período superior a duas horas.
Também quero ressaltar que esta situação está sendo solucionada de forma diplomática e amigável para que possamos seguir exercendo com extrema tranquilidade nossas funções profissionais, além de valorizar princípios como educação, respeito e consideração, dos quais considero essenciais em uma relação como essa por parte do senhor João Marcos Rodrigues dos Santos para comigo".





